JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Tempo Real | 14h00 - 16h00
Mundo

Israel envia aos EUA detalhes sobre um suposto plano Irã para matar Trump

Teerã vem prometendo há anos se vingar de Trump por ter ordenado o assassinato do general iraniano Qasem Soleimani em janeiro de 2020

AFP

Presidente Donald Trump em discurso pelos 250 anos da independência dos Estados Unidos.
Presidente Donald Trump em discurso pelos 250 anos da independência dos Estados Unidos. (c) 2026 Thomson Reuters, unless otherwise identified. Full statement

Israel compartilhou informações de inteligência com os Estados Unidos sobre um plano novo e “específico” do Irã para assassinar o presidente Donald Trump, informaram nesta quinta-feira (9) veículos de imprensa americanos.

Os relatos surgem quando os novos ataques entre Estados Unidos e Irã reacenderam o temor de um retorno à guerra total, e após Trump ter usado, de forma misteriosa, um avião antigo para deixar a Turquia depois da cúpula da Otan.

Washington vinha monitorando “um fluxo constante” de informações de inteligência sobre possíveis planos para assassinar Trump, “mas o alerta de Israel era novo e dizia respeito a um complô específico”, informou a CNN, citando fontes anônimas familiarizadas com o assunto.

Informação semelhante foi publicada pelo jornal The Wall Street Journal, que também citou fontes não identificadas.

Teerã vem prometendo há anos se vingar de Trump por ter ordenado o assassinato do general iraniano Qasem Soleimani em janeiro de 2020, durante seu primeiro mandato.

A AFP entrou em contato com a Casa Branca sobre o tema. Um funcionário não identificado limitou-se a apontar declarações de Trump feitas na quarta-feira.

“Eles querem acabar com o líder dos Estados Unidos, eu. Estou em qualquer lista. Hoje de manhã vi que estou em cada uma das listas deles”, disse Trump a jornalistas a bordo do Air Force One, na volta da Turquia.

Trump usou seu antigo Air Force One. Essa troca, durante a primeira viagem internacional do novo avião, presenteado pelo Catar, provocou especulações. Segundo The New York Times, a troca foi feita a pedido do Serviço Secreto dos EUA “como medida de segurança”.