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Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro mantém prisão de Monique Medeiros

Professora é acusada de participar da morte do próprio filho, Henry Borel, em março de 2021

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A pedagoga Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, de 4 anos, depõe durante audiência
Monique Medeiros MAURICIO ALMEIDA/W9 PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu, por unanimidade, manter a prisão preventiva da professora Monique Medeiros, acusada de envolvimento na morte de seu filho, Henry Borel, que tinha apenas quatro anos. Este caso envolve também Dr. Jairinho, ex-padrasto de Henry, acusado de espancar e matar o menino em 2021. Ambos aguardam julgamento popular, previsto para ocorrer ainda em 2025, sob acusações de homicídio duplamente qualificado, obstrução de justiça e intimidação de testemunhas.

A defesa de Monique Medeiros tem tentado, sem sucesso, relaxar sua prisão. Recentemente, houve um impasse jurídico sobre qual instância deveria analisar o pedido de relaxamento. A defesa argumentava que a análise deveria ser feita por um juiz de primeira instância, mas o caso foi levado ao Supremo Tribunal Federal. O ministro Gilmar Mendes determinou que a análise cabia à sétima vara criminal do Rio de Janeiro, responsável pela prisão inicial. A decisão foi mantida, e Monique continua detida no presídio Talavera Bruce, destinado a mulheres. O ex-vereador também está preso.

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A equipe de advogados alega que a prisão preventiva é desnecessária e que Monique deveria aguardar o julgamento em liberdade. No entanto, o tribunal manteve sua posição, citando a gravidade das acusações e o risco de obstrução de justiça como justificativas para a manutenção da prisão.

*Com informações de Rodrigo Viga

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