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Bruno Pinheiro

Defesa de Daniel Silveira confirma arma e questiona onde deve entregar pistola 380

Em conversa com essa coluna, a defesa também destacou que não possui porte nem posse de arma, o que significa que não está autorizada a transportar a pistola

Bruno Pinheiro

daniel silveira defesa arma
daniel silveira defesa arma Divulgação/Defesa Daniel Silveira

A defesa do ex-deputado federal Daniel Silveira confirmou a existência de uma pistola calibre .380 registrada em seu nome, após determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O magistrado estabeleceu um prazo de 48 horas, nesta quarta-feira (15), para que a arma fosse apresentada à Justiça. A decisão do Supremo veio na sequência de um ofício enviado pelo Exército no último dia 3, que indicava que Silveira possuía a arma registrada junto à Polícia Militar do Rio de Janeiro.

Em documento obtido por esta coluna, a defesa questiona como deverá ser o processo de entrega da pistola. No texto, a defesa solicita esclarecimentos ao ministro sobre a devolução da arma, considerando as restrições impostas pelo Estatuto do Desarmamento. Alega que, em tese, essa responsabilidade deveria recair sobre a Defesa, conforme as determinações legais. “Demonstrando um espírito de cooperação com a Justiça, a defesa afirmou que, passado pouco mais de 24 horas da ordem, aguarda as orientações do relator sobre os trâmites legais necessários para a entrega da arma, sempre priorizando a segurança do ato” diz o documento.

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Em conversa com essa coluna, a defesa também destacou que não possui porte nem posse de arma, o que significa que não está autorizada a transportar a pistola, caracterizando essa ação como um crime. O advogado Paulo Faria, que representa Silveira, aguarda uma resposta do ministro relator sobre como proceder na entrega da pistola.

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