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Política

PGR cria força-tarefa durante recesso para analisar relatório sobre suposto plano de golpe

Objetivo da Procuradoria-Geral da República é acelerar a avaliação do inquérito e, em seguida, apresentar uma manifestação ao Supremo Tribunal Federal

ia samy

Paulo Gonet, procurador-geral da República
Paulo Gonet, procurador-geral da República Pedro França/Agência Senado

Neste mês de janeiro, a Procuradoria-Geral da República (PGR) está mobilizando uma força-tarefa para investigar o suposto plano golpista que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro e 39 de seus aliados. Essa ação foi desencadeada após a Polícia Federal (PF) indiciar os envolvidos no final de 2024. O procurador-geral, Paulo Gonet, decidiu interromper seu recesso para se debruçar sobre os documentos da PF, que estão sob análise do Grupo Estratégico de Combate aos Atos Antidemocráticos (GCAA).

A intenção da PGR é acelerar a avaliação do inquérito e, em seguida, apresentar uma manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF). Essa manifestação pode resultar em uma denúncia ou em um pedido de arquivamento do caso. O relatório da PF, que possui 884 páginas, alega que Bolsonaro “planejou, atuou e teve domínio” sobre um plano de golpe de Estado que teria ocorrido no final de 2022.

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O ex-presidente Jair Bolsonaro refuta as acusações e nega qualquer participação na tentativa de golpe. A expectativa é que a PGR finalize sua análise e apresente a denúncia ao STF no próximo mês de fevereiro.

*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Victor Oliveira