JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Jornal da Manhã – 2ª Edição | 07h00 - 10h00
Política

Ramagem quebra silêncio sobre cassação, chama Motta da ‘marionete’ e diz que decisão foi uma ‘covardia’

Ex-deputado disse que o presidente da Câmara é um boneco do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes

Sarah Américo

BRASILIA, DEPOIMENTOS DOS REUS DO NUCLEO PRINCIPAL DO INQUERITO QUE INVESTIGA UMA TENTATIVA DE GOLPE DE ESTADO.
BRASILIA, DEPOIMENTOS DOS REUS DO NUCLEO PRINCIPAL DO INQUERITO QUE INVESTIGA UMA TENTATIVA DE GOLPE DE ESTADO. MATEUS BONOMI/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO

Alexandre Ramagem (PL-RJ) quebrou nesta sexta-feira (19) o silêncio após ter o mandato de deputado federal cassado pela Câmara dos Deputados. Em uma publicação nas redes sociais, o agora ex-deputado disse que a decisão foi uma covardia.

“O presidente da câmara dos deputados caçou meu mandato na canetada, pela mesa da casa, por pura covardia, uma decisão que não respeitou os regramento das os regulamento da própria Câmara, nem a vontade do voto em plenário, muito menos obedeceu ao texto claro da constituição”, disse em um vídeo compartilhado no X (antigo Twitter).

Ramagem atacou o presidente da Câmara, Hugo Motta, e disse que ele é uma marionete do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). “As palavras do presidente da Câmara foram: ‘Fiz o que tinha que fazer’, as palavras de um boneco, uma marionete nas mãos de um ministro do STF”, declarou.

[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_4anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]

Alexandre Ramagem teve o mandato cassado na quinta-feira (19) e está inelegível. Ex-diretor da Agência Nacional de Inteligência (Abin), ele foi condenado a 16 anos e um mês de prisão. Nas suas acusações constam: organização criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.

Na mesma quinta, antes da votação que definiria o seu futuro, Ramagem havia pedido a Câmara que ignorasse a decisão no ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, que na segunda-feira (14) oficializou o pedido de extradição do ex-deputado, que fugiu para os Estados Unidos em setembro. Mas o pedido não foi atendido.

[jp-related-posts ids=”2089064,2089038″]