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De mecânico a influencer de aviação: quem era Lito Sousa, morto por doença rara

Lito começou a fazer carreira nas redes sociais ainda em 2010; morte foi confirmada nesta quinta-feira (1º)

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Influenciador e especialista em aviação Lito Sousa
Lito também era piloto, mecânico de aviação e especialista em segurança aérea Divulgação / Redes Sociais

O influenciador Lito Sousa morreu nesta quinta-feira (1º) aos 59 anos. Ele havia recebido diagnóstico para Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma doença neurodegenerativa rara, e estava em tratamento. Deixa a esposa, Mila Seild, e um filho.

A morte do influenciador foi comunicada por meio das redes sociais. “Um grande abraço e até o próximo voo. Foi uma honra ter viajado com você. Te amo. Sempre”, diz a legenda da publicação.

Joselito Geraldo de Sousa, de 59 anos, mais conhecido como Lito Sousa, era especialista em aviação e conhecido pelo seu canal no YouTube, Aviões e Músicas.

A DCJ pode causar perda progressiva de funções cognitivas, alterações de comportamento, dificuldades de movimento e outros sintomas neurológicos. A evolução costuma ocorrer de forma rápida.

Lito também era piloto, mecânico de aviação e especialista em segurança aérea, já tendo atuado como mecânico e supervisor de voo em empresas como a Varig, Transbrasil e United Airlines.

Começou a fazer carreira nas redes sociais ainda em 2010, quando lançou seu canal no Youtube, que hoje conta com mais de 3,6 milhões de inscritos. Lito era casado com Mila Seidl, desde 2016, com quem tem um filho, Malone.

Além disso, ele é autor do livro Onde Morrem os Aviões, também fundou a Lito Academy e o curso “Sem Medo de Voar”. Em suas redes sociais, ele explicava o funcionamento de aeronaves, desmistificava medos de voar e contava histórias dos bastidores da aviação para o público.

Doença de Creutzfeldt-Jakob

A DCJ pode causar perda progressiva de funções cognitivas, alterações de comportamento, dificuldades de movimento e outros sintomas neurológicos. A evolução costuma ocorrer de forma rápida.

A doença é rara e tem incidência estimada em aproximadamente um a dois casos por milhão de pessoas por ano. Atualmente, não há tratamento eficaz estabelecido para a condição.

Os medicamentos experimentais procurados pela família ainda estão em fase de pesquisa e não têm eficácia comprovada contra a DCJ. O acesso depende dos critérios dos estudos, das empresas responsáveis e das autoridades regulatórias.

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