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Garimpeiros ilegais planejam confronto com autoridades em Humaitá, Amazonas

Um dos participantes sugere a possibilidade de atacar os policiais, enquanto outro menciona a ideia de cercar os agentes no rio Beem

ia samy

garimpo em terra indígena
garimpo em terra indígena Reprodução/ Twitter /@Dario_Kopenawa

Garimpeiros que atuam de forma ilegal na extração de ouro no rio Madeira, localizado em Humaitá, no Amazonas, estão se organizando para reagir às operações realizadas pela Polícia Federal e pelo Ibama na área. Utilizando grupos de WhatsApp, eles trocam informações sobre as ações das autoridades e planejam tumultuar as festividades em comemoração aos 155 anos da cidade. As mensagens entre os garimpeiros indicam planos de confrontar os agentes. Um dos participantes sugere a possibilidade de atacar os policiais, enquanto outro menciona a ideia de cercar os agentes no rio Beem. Um garimpeiro expressa que a celebração em Humaitá “acabou” e que está mobilizando sua equipe para um embate com as forças de segurança.

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A Polícia Federal, por sua vez, está atenta à situação e trabalha em conjunto com as forças de segurança do estado para monitorar os desdobramentos. Em agosto do ano passado, um confronto entre garimpeiros e agentes da PF resultou na destruição de 223 balsas utilizadas para o garimpo ilegal, além da prisão de 14 indivíduos envolvidos na atividade. As operações da Polícia Federal e do Ibama têm como objetivo desmantelar dragas e outros equipamentos que são utilizados na extração de ouro, os quais estão contaminando o rio com mercúrio. Essa contaminação compromete a qualidade da água e prejudica a vida aquática na região. O Ministério Público Federal também está investigando a presença de garimpeiros nas redes sociais, questionando a manutenção de suas contas ativas.

publicado por Patrícia Costa

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*Reportagem produzida com auxílio de IA