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Operação Tacitus prende advogado suspeito de envolvimento em corrupção policial e lavagem de dinheiro

Ahmed Hassan é apontado como responsável pela negociação de um prêmio pela morte do delator do PCC, Antonio Vinicius Lopes Gritzbach, além de ser considerado figura central na operação Fim da Linha

ia samy

Polícia Federal
Polícia Federal Divulgação/Polícia Federal

O advogado Ahmed Hassan Saleh, conhecido como Mude, foi detido durante a “Operação Tacitus”, deflagrada pela Polícia Federal (PF) e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado de São Paulo, que investiga casos de corrupção dentro da polícia e lavagem de dinheiro vinculados ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele é suspeito de ter negociado um prêmio de R$ 3 milhões pela morte do delator Antonio Vinicius Lopes Gritzbach, que foi assassinado. Gritzbach havia denunciado em sua delação que soube de uma proposta para sua eliminação e registrou uma conversa em que Mude concordava em aumentar o valor do prêmio.

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Mude já havia sido investigado em operações anteriores, como Fim da Linha e Decurio, onde é considerado uma figura central em esquemas de lavagem de dinheiro e na infiltração do PCC em processos eleitorais. As investigações apontam que ele teria adquirido imóveis de alto valor e utilizado sua posição como advogado para proteger atividades ilegais do grupo criminoso. Além da prisão de Mude, a Operação Tacitus também resultou na detenção de um delegado e três investigadores, evidenciando a profundidade da corrupção dentro das forças de segurança.

A defesa do advogado nega todas as acusações, afirmando que ele é inocente e que as alegações são infundadas. As investigações continuam, e as autoridades buscam desmantelar a rede de corrupção que envolve não apenas o PCC, mas também membros da polícia.

*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicada por Matheus Oliveira

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