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Brasil

PGR ainda analisa propostas de delação de Vorcaro

Polícia Federal já rejeitou duas versões apresentada pelo dono do Banco Master
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master
Daniel vorcaro (1) Reprodução/Youtube/3 em 1

A Procuradoria-Geral da República (PGR) ainda não decidiu sobre as duas propostas de delação apresentada pelo banqueiro e dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. O órgão ainda analisa, enquanto a Polícia Federal já tomou a sua decisão sobre as duas, que foi pela a não aceitação.

A primeira rejeição veio no dia 20 de maio, e, na ocasião, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a transferência de Vorcaro para uma cela comum na Superintendência Regional da PF no Distrito Federal e suspendeu o acesso dos advogados a qualquer hora do dia. Quando oficializou o processo de delação premiada, o banqueiro foi custodiado na mesma Sala de Estado-Maior onde o ex-presidente Jair Bolsonaro estava detido.

No dia 1 de junho, a defesa de Vorcaro havia apresentou à PF (Polícia Federal) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma nova versão da delação premiada após a PF rejeitar o documento anterior. A Procuradoria-Geral, no entanto, ainda analisa a primeira proposta. Anteriormente, a PF chegou a afirmar que não negociaria mais com o dono do Banco Master. No dia 22 de maio, o advogado de Daniel Vorcaro, José Luís de Oliveira Lima, conhecido como Juca, deixou o caso após a delação ser rejeitada.

Já nesta quinta-feira (11) veio a segunda rejeição. A informação já havia sido adiantada pela Jovem Pan. Na nova delação, banqueiro alterou sua versão sobre a relação mantida com Ciro e com o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro. PF apontou o senador Ciro Nogueira como o “destinatário central” de um esquema de vantagens indevidas supostamente financiado pelo dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. O relato consta em representação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito da 5ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada no mês passado.

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