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PM que morreu na queda de avião em MG tinha acabado de voltar da licença-maternidade

Em coletiva de imprensa, a PMMG afirmou que a aeronave era do modelo Pegasus 17 e tinha como destino a cidade de Ipatinga

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Tenente Gabriela Emília, que morreu em acidente da queda de avião em MG
Tenente Gabriela Emília, que morreu em acidente da queda de avião em MG Reprodução/PMMG

A Tenente Gabriela Emília, que morreu no acidente de avião da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) que caiu nas proximidades do Vale do Aço, em Santana do Paraíso, na tarde desta sexta-feira (9), tinha acabado de voltar da licença-maternidade quando participou do voo de rechecagem da corporação.

Nas redes sociais, a corporação publicou um vídeo na quinta-feira (8) dando boas-vindas à tenente após o período afastada. “Depois de uma pausa para viver um dos momentos mais importantes de sua vida, a Tenente Emília retorna aos céus. Bem-vinda de volta, Tenente Emília!”, escreveu.

Segundo informações da PMMG, além de Emília, os outros dois policiais militares que estavam a bordo também morreram.

Em coletiva de imprensa, a PMMG afirmou que a aeronave era do modelo Pegasus 17 e tinha como destino a cidade de Ipatinga. O voo seria de recheque, exame prático realizado por um piloto para renovar ou validar uma habilitação técnica que expirou ou está prestes a vencer.

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), da Força Aérea Brasileira (FAB), deve fazer uma investigação para entender os motivos que ocasionaram o acidente.

As três vítimas eram pilotos de avião da corporação. Quem pilotava a aeronave era o Coronel Luis Silvestre, de 49 anos, que deixou a esposa e três filhos. As outras duas tripulantes eram a Tenente Gabriela Emília, que deixou duas crianças pequenas, e Tenente Alice Almeida, sem filhos, ambas entre 33 e 34 anos.

Segundo a corporação, Coronel Silvestre era um dos pilotos mais experientes da corporação, com mais de cinco mil horas de voo. Já as tenentes acumulavam mais de três mil horas de voo.

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