Sete unidades da Prevent Senior funcionam sem alvará na cidade de São Paulo
A Prefeitura de São Paulo nesta terça-feira, 5, que a operadora de saúde Prevent Senior, alvo da CPI da Covid-19, mantém na capital paulista sete unidades funcionando sem alvará. Segundo a gestão municipal, três unidades da empresa foram autuadas na última sexta-feira, 1º, durante operações rotineiras de fiscalização. A Secretaria Municipal das Subprefeituras aplicou uma multa de R$135 mil no Hospital Sancta Maggiore, localizado na Rua da Figueira, na Mooca, por operar sem licença de funcionamento. O Pronto Atendimento Sancta Maggiore, na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, no Jardim Paulista, e o Hospital Sancta Maggiore, na Rua Cristiano Viana, em Pinheiros, foram autuados com multas nos valores de R$ 33 mil e R$ 91 mil, respectivamente. Outras duas unidades serão autuadas pelas subprefeituras locais por por ausência da liberação de funcionamento. São elas as unidades de Santa Cecília, localizada na Rua Jaguribe, e a da Liberdade, na Rua Mituto Mizumoto.
O Pronto Atendimento Sanct Maggiore, na na Rua Augusto Tolle, em Santana, possuía solicitação de auto de licença em análise, mas, de acordo com a gestão municipal, subprefeitura Santana/Tucuruvi aguardava a apresentação da documentação correta tais como a planta, certificado de conclusão da obra, segurança da edificação e normas de acessibilidade, que comprovasse a regularidade do imóvel, já que alterações na estrutura do imóvel foram realizadas. “A ausência dos documentos necessários para regularização ocasionou no indeferimento do pedido e, nos próximos dias, uma ação fiscalizatória autuará a unidade com aplicação de multa por funcionar de forma irregular”, informa nota. O pedido de Alvará de Aprovação e Execução de Reforma desta unidade está em análise na Secretaria de Urbanismo e Licenciamento (SMUL).
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Uma última unidade da Prevent Senior, localizada na Rua Maestro Cardim, na Liberdade, também possui solicitação de auto de licença em análise. Mas neste caso, a subprefeitura aguarda a apresentação do laudo técnico do Corpo de Bombeiros para prosseguir com o deferimento. A empresa terá um prazo máximo de 30 dias para regularizar a situação das unidades junto às subprefeituras locais. Caso o prazo não seja cumprido, as atividades poderão ser encerradas e multas aplicadas. À Jovem Pan, a Prevent Senior afirma que “todos os esclarecimentos pedidos nestas fiscalizações serão prestados às autoridades municipais”.
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