Promotora de caso retratado em série da Netflix renuncia ao cargo em universidade
O sucesso de “Olhos Que Condenam”, série da Netflix baseada na condenação injusta de cinco adolescentes negros, motivou protestos de estudantes da Universidade de Columbia, em Nova York.
Os alunos da Associação de Estudantes Negros de Direito acusaram Elizabeth Lederer, promotora do caso e professora na universidade, de racismo. Após pressionar a faculdade para removê-la do corpo docente, a própria professora renunciou ao seu cargo nesta quarta-feira (12).
Linda Fairstein, a outra promotora do caso que incriminou os jovens, também enfrentou os impactos da estreia da série. Ela abandonou sua ocupação na ONG Safe Horizon, que ajuda vítimas de abuso e crimes violentos em Nova York.
De acordo com o TMZ, os funcionários ficaram indignados com o fato de Fairstein ter permanecido no conselho de uma organização para minorias por tanto tempo.
*Com Estadão Conteúdo
Assuntos
continue lendo
TV e Cinema
‘Habeas Corpus’ é baseada em história real? Veja os casos reais que inspiraram a nova série da Netflix
Meta descrição: Nova série da Netflix é inspirada em casos reais de condenações injustas e no trabalho do Innocence Project Brasil
- Paper Tiger: conheça o filme com Adam Driver que abre a 50ª Mostra de São Paulo Victória Xavier · há 20 horas
- Rauls: Nova série brasileira da Netflix mergulha no universo das fraudes digitais Victória Xavier · há 20 horas
- Paramount chega a acordo com estados dos EUA para megafusão com Warner Bros. AFP · há 2 dias
- Chico Pinheiro celebra fim da quimioterapia: ‘O que a vida quer da gente é coragem!’; veja vídeo Estadão Conteúdo · há 5 dias