Eliminação de 2026: quais foram os piores jogadores do Brasil contra a Noruega
A resposta para quem se pergunta quais foram os piores jogadores do Brasil contra a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 passa diretamente por Bruno Guimarães, Danilo e Casemiro. Na derrota por 2 a 1, disputada em 5 de julho de 2026, o meio-campista do Newcastle recebeu as piores avaliações da imprensa esportiva após desperdiçar um pênalti crucial no primeiro tempo. A eliminação precoce marca a pior campanha da Seleção Brasileira desde 1990, escancarando falhas defensivas graves e uma apatia coletiva diante de Erling Haaland, autor dos dois gols noruegueses.
O dono da pior nota: a falha de Bruno Guimarães
O detentor da pior marca individual da partida foi Bruno Guimarães. Apontado como o motor do meio-campo no esquema de Carlo Ancelotti, o jogador registrou notas entre 0,0 e 3,5 nos principais veículos de cobertura jornalística. O ponto de ruptura de sua atuação aconteceu ainda na primeira etapa, quando cobrou mal um pênalti conquistado por Matheus Cunha, facilitando a defesa do goleiro Nyland.
Além da penalidade desperdiçada, o camisa 8 acumulou erros de passe e perdeu disputas físicas essenciais contra a alta seleção europeia. A falha técnica e mental desestabilizou o ritmo da equipe, transformando o que poderia ser uma vantagem confortável em um cenário de pressão absoluta. A atuação abaixo da crítica o isolou como o principal alvo de questionamentos após o apito final.
O ranking de avaliações: as menores notas em campo
A queda no MetLife Stadium não foi obra de um único erro. Abaixo de Bruno Guimarães, outros nomes de confiança da comissão técnica apresentaram um futebol irreconhecível. Veja a lista dos piores avaliados no confronto:
1. Danilo
O lateral-direito registrou notas na casa de 2,0. Apático no apoio ofensivo, ele foi atropelado pelas investidas de Schjelderup durante o segundo tempo. O ápice de sua atuação desastrosa ocorreu no segundo gol de Haaland, quando adotou uma postura passiva, observando o centroavante adversário dominar e finalizar sem qualquer combate.
2. Casemiro
O veterano volante recebeu avaliações médias de 3,6. Lento e sem conseguir acompanhar as transições em velocidade da Noruega, Casemiro falhou sistematicamente na cobertura à frente da zaga. A falta de intensidade física e a ausência de liderança nos momentos de crise deixaram a defesa completamente exposta aos contragolpes.
3. Endrick
A jovem promessa entrou no segundo tempo para dar volume ofensivo, mas amargou notas entre 3,0 e 4,0. O atacante desperdiçou a chance mais clara do Brasil com a bola rolando, finalizando mal cara a cara com o goleiro. Além do erro no ataque, pecou pela marcação frouxa na origem do primeiro gol norueguês.
4. Douglas Santos
Improvisado como solução para a lateral esquerda durante o torneio, o jogador recebeu notas na casa de 2,0 de parte da mídia. Totalmente nulo no apoio ao ataque, transformou seu setor em um corredor de cruzamentos escandinavos, falhando na compactação defensiva exigida por Ancelotti.
O impacto no elenco: o futuro sob Carlo Ancelotti
A eliminação nos Estados Unidos não apenas expôs as deficiências técnicas do grupo, mas colocou pressão imediata no projeto liderado por Carlo Ancelotti. A queda nas oitavas de final iguala o vexame da Copa de 1990, cravando a pior campanha brasileira em 36 anos. O apagão dos veteranos levanta um debate urgente sobre a renovação profunda do elenco para o próximo ciclo eliminatório.
O paredão aéreo norueguês, que ostentava uma média de altura de 1,88m, engoliu o sistema defensivo brasileiro, evidenciando que o talento individual de craques como Vinícius Júnior e Rodrygo não é suficiente sem solidez coletiva. A necessidade de encontrar substitutos ágeis para as laterais e para o meio-campo defensivo torna-se a prioridade da comissão técnica para evitar novos desastres.
O revés em Nova Jersey decreta que o Brasil chegará à Copa de 2030 amargando um jejum de 28 anos sem o título mundial. A apatia demonstrada contra a Noruega serve como o balanço final de uma geração que esbarrou, mais uma vez, na organização tática do futebol europeu.