Sinner tem dores no cotovelo e vira dúvida para quartas de final de Wimbledon
Após avançar na chave de Wimbledon por conta de um abandono, Jannik Sinner agora corre o risco de ele mesmo desistir do torneio antes de sua partida pelas quartas de final, na quarta-feira. O tenista número 1 do mundo virou dúvida para a sequência do Grand Slam britânico em razão de dores no cotovelo direito. Nesta terça-feira (8), o líder do ranking decidiu não treinar e foi submetido a exames. Sinner vai decidir sobre sua presença nas quartas de final após analisar o resultado da ressonância magnética, informou nesta terça o jornal italiano La Gazzetta dello Sport. O candidato ao título na grama londrina passou a sofrer dores no cotovelo ao longo da partida contra o búlgaro Grigor Dimitrov, na segunda. Chegou a receber atendimento médico em quadra, mas conseguiu prosseguir no confronto. A partida contou com uma reviravolta incrível na Quadra Central de Wimbledon.
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Sinner perdia por 2 sets a 0, sem esboçar reação e com dores no cotovelo, quando Dimitrov sofreu uma forte dor após sacar. Ele foi ao chão na quadra, apontando para o peitoral e o ombro direito. Assim como Sinner, ele recebeu atendimento médico em quadra, para surpresa do público que lotava a quadra principal do All England Club. Poucos minutos depois, Dimitrov anunciou sua desistência e ainda contou com ajuda de Sinner para sair de quadra. Curiosamente, a lesão do italiano acontece justamente poucos dias depois de ele dispensar parte de sua equipe. Na véspera de sua estreia em Wimbledon, Sinner encerrou a parceria com o preparador físico Marco Panichi e o fisioterapeuta Ulises Badio. A imprensa europeia afirma que um deles teria feito comentários públicos sobre a reação de Sinner após a dura derrota, de virada, para o espanhol Carlos Alcaraz na final de Roland Garros. Sem a dupla, o número 1 do mundo vai contar com o apoio dos fisioterapeutas da própria organização de Wimbledon e também da federação italiana de tênis, que costuma acompanhar os atletas do país nas grandes competições.
Publicado por Luisa Cardoso
*Com informações do Estadão Conteúdo
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