Empresário israelense é detido sob acusação de colaborar com Irã para assassinar Netanyahu
Um empresário israelense foi acusado nesta quinta-feira (19) de conspirar com os serviços de inteligência iranianos para assassinar autoridades de Israel, incluindo o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e o ministro da Defesa, Yoav Gallant. O homem, cuja identidade não foi revelada, viajou duas vezes para o Irã via Turquia, onde se reuniu com um “rico empresário iraniano” que lhe propôs realizar missões em Israel, como transportar dinheiro ou uma arma para uma série de locais predeterminados, ou ameaçar outros israelenses recrutados pelo Irã que não tivessem realizado suas tarefas.
[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/cta_logo_jp_geral.png” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]
Em seu segundo encontro, agentes da inteligência iraniana pediram a ele que realizasse assassinatos de figuras importantes em Israel, como Netanyahu, Gallant e o chefe do serviço de inteligência interna (Shin Bet), Ronen Bar. De acordo com as autoridades iranianas, as operações foram planejadas como uma resposta ao assassinato em Teerã, no final de julho, do então líder político do grupo islâmico palestino Hamas, Ismail Haniyeh, em um ataque que a república islâmica atribui a Israel. O acusado pediu US$ 1 milhão antes de realizar qualquer plano, mas os iranianos recusaram. Eles ainda lhe deram 5.000 euros para participar das reuniões.
“Esse é um caso muito sério que exemplifica os enormes esforços dos agentes de inteligência iranianos para recrutar cidadãos israelenses para promover atividades terroristas em Israel”, disse um funcionário do Shin Bet em comunicado. A agência alertou que o Irã continuará tentando recrutar israelenses, especialmente aqueles com antecedentes criminais, para realizar operações no país. O acusado, que viveu na Turquia por algum tempo, foi preso no mês passado em uma operação conjunta do Shin Bet e da polícia israelense. O serviço de inteligência interna enfatizou que qualquer cooperação com entidades iranianas em tempos de guerra “é um grave delito de segurança”
*Com informações da EFE
Publicado por Marcelo Bamonte
[jp-related-posts ids=”1723910,1723869″]
continue lendo
Mundo
ONU alerta que ataques israelenses em Gaza podem constituir crimes de guerra
Escritório de Direitos Humanos da ONU registrou 22 mortos em operações entre 13 e 19 de agosto e apontou 18 ataques contra policiais desde janeiro
- Governador mexicano acusado de narcotráfico pelos EUA volta a dizer que deixará o cargo AFP · há 4 horas
- Irã diz que vai considerar “inimigo” qualquer país que participe da “guerra econômica” dos EUA AFP · há 8 horas
- Após EUA aplicarem tarifas de 50% ao Canadá, premiê diz que país vai retaliar ‘dólar por dólar’ Estadão Conteúdo · há 10 horas
- Terremoto de magnitude 5,9 sacode leste do Japão; não há alerta de tsunami Estadão Conteúdo · há 10 horas