Frota naval dos EUA recua em meio a furacão e tensões com a Venezuela
A frota naval dos Estados Unidos, composta por 4.500 fuzileiros navais e três embarcações, retornou à base em Norfolk em razão do furacão Erin. Essa movimentação ocorreu após um período de tensões no Caribe, especialmente em relação à Venezuela. A operação, que visava combater o narcotráfico, gerou preocupações no Brasil sobre uma possível intervenção militar na região. O Grupo Anfíbio de Prontidão Iwo Jima, que havia deixado Norfolk apenas cinco dias antes, foi forçado a suspender suas atividades e voltar para a base devido à ameaça do furacão, que alcançou a categoria 5. O grupo estava se preparando para atuar sob o comando do U.S. Southern Command, mas a segurança das tropas e das embarcações foi priorizada.
[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]
Além do grupo anfíbio, a frota incluía três contratorpedeiros e um submarino de ataque nuclear, aumentando a capacidade de inteligência e operações de ataque na área. Essa movimentação foi uma resposta a uma ordem do presidente Donald Trump, que intensificou os esforços para combater cartéis de drogas estrangeiros, o que elevou as preocupações sobre uma possível intervenção na Venezuela.
A porta-voz da Casa Branca declarou que os Estados Unidos estão prontos para usar “toda a força” necessária contra o governo de Nicolás Maduro, que enfrenta acusações de envolvimento no tráfico de drogas. Em resposta a essa pressão, Maduro anunciou a mobilização de 4,5 milhões de paramilitares em todo o país, demonstrando sua disposição de resistir a qualquer ação externa.
[jp-related-posts ids=”2042803,2042644″]
*Reportagem produzida com auxílio de IA