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Milei diz que Trump foi vítima de ‘tentativa covarde de assassinato’ e fala em ‘desespero da esquerda internacional’

Em comunicado enfático divulgado no X, presidente argentino afirmou que esquerda 'está disposta a desestabilizar as democracias e a promover a violência para chegar ao poder'

Felipe Cerqueira

O presidente argentino Javier Milei manifestou seu apoio ao ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump após o atentado durante um comício em Butler, na Pensilvânia. Em comentário na rede social X (antigo Twitter). Milei se solidarizou ao candidato republicano à presidência dos EUA e atacou a esquerda mundial. “Todo o meu apoio e solidariedade ao presidente e candidato Donald Trump, vítima de uma tentativa covarde de assassinato que colocou em risco a sua vida e a de centenas de pessoas. O desespero da esquerda internacional não é surpreendente, pois hoje vê a sua ideologia nociva expirar e está disposta a desestabilizar as democracias e a promover a violência para chegar ao poder. Com medo de perder nas urnas, recorrem ao terrorismo para impor a sua agenda retrógrada e autoritária. Espero a rápida recuperação do presidente Trump e que as eleições nos Estados Unidos sejam realizadas de forma justa, pacífica e democrática”, disse Milei.

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Outros líderes mundiais se manifestaram sobre o ataque a Trump, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e sua esposa Sara, manifestaram solidariedade ao republicano. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, também expressou apoio, assim como a presidente de Honduras, Xiomara Castro de Zelaya, que lamentou a violência no processo eleitoral americano. Membros do Partido Democrata, como o senador Bob Casey e a vice-presidente Kamala Harris, ofereceram apoio às investigações. O atentado ocorreu neste sábado (13), durante um comício. Sons de tiros interromperam o discurso de Trump, que foi rapidamente retirado do palco por sua equipe de segurança. O ex-presidente apresentava manchas de sangue na orelha, mas sua campanha afirmou que ele está bem e passará por exames. O atirador e um dos apoiadores de Trump foram mortos.

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