Área econômica joga para 2020 debate sobre reforma tributária
A reforma tributária deve ficar para o ano que vem. Segundo fontes ouvidas pela reportagem da Jovem Pan, trata-se de um tema muito “difícil e complexo” que não tem mais espaço no ano de 2019 – até porque a reforma da Previdência ainda não foi concluída pelo Senado Federal.
Segundo as fontes, a perspectiva é de que no ano que vem ocorra a janela de oportunidade necessária para a discussão e aprovação da reforma tributária.
No Congresso, há duas propostas caminhando paralelamente – uma na Câmara e outra no Senado. A da Câmara tem apoio do presidente da Casa, Rodrigo Maia, e é baseada nos estudos do economista Bernard Appy. No Senado, o projeto é encampado por vários senadores.
O Governo trata como prioridade número 1 a aprovação da reforma da Previdência. Em seguida, o andamento do novo pacto federativo. O problema é que o andamento da Previdência estaria emperrado por conta de uma disputa entre governadores do Sul e Sudeste contra Norte e Nordeste – motivado pelo rateio de verbas que virão do leilão do excedente da cessão onerosa programado para acontecer no final do ano.
A área econômica já entrou em contato com as bases e lideranças e avisou que “cada bilhão retirado da economia prevista da Previdência representará um bilhão a menos no novo pacto federativo”.
*Com informações do repórter Rodrigo Viga
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