Ministério da Saúde anuncia 3ª dose para idosos e imunossuprimidos a partir de 15 de setembro

Imunização deverá ser feita, preferencialmente, com a vacina da Pfizer; pasta também reduziu intervalo entre as aplicações da AstraZeneca

  • Por Jovem Pan
  • 25/08/2021 10h39 - Atualizado em 25/08/2021 11h02
EFE/EPA/NARONG SANGNAKMinistério da Saúde recomenda que reforço seja feito com a vacina contra a Covid-19 da Pfizer

O Ministério da Saúde anunciou, nesta quarta-feira, 25, a aplicação de uma terceira dose da vacina contra a Covid-19 para idosos e indivíduos imunossuprimidos a partir de 15 de setembro. A ação será destinada a imunossuprimidos que receberam a segunda dose há 28 dias e para pessoas acima de 70 anos vacinadas há seis meses. Segundo a pasta, a imunização deverá ser feita, preferencialmente, com uma dose da Pfizer, ou de maneira alternativa, com a vacina de vetor viral da Janssen ou da AstraZeneca. O reforço visa aumentar a proteção contra a doença em meio a disseminação da variante Delta, identificada pela primeira vez na Índia e considerada mais transmissível, no Brasil.

O Ministério da Saúde ainda anunciou a redução do intervalo entre as doses do imunizante da Pfizer e da AstraZeneca. A partir de setembro, o prazo entre as aplicações das vacinas passará de 12 para 8 semanas para toda a população. A decisão foi tomada após uma reunião conjunta entre a Câmara Técnica Assessora de Imunização Covid-19 do Ministério da Saúde (CETAI), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). De acordo com o ministro Marcelo Queiroga, o dia 15 de setembro foi escolhido como início da ação levando em conta que todos os adultos do país devem ter recebido pelo menos a primeira dose até a data.