Deputados não provocaram STF ao eleger Daniel Silveira para CCJ da Câmara, diz Marco Antônio
O deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), condenado recentemente pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a mais de 8 anos de prisão por atos antidemocráticos e ameaças aos ministros da Corte e indultado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), foi eleito nesta quarta-feira, 27, vice-presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e titular da Comissão de Constituição e Justiça da Casa. Os presidentes da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), e o presidente do Senado, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) defenderam que o Legislativo tenha a última palavra sobre a possível cassação de Daniel Silveira depois de comparecer ao plenário sem utilizar a tornozeleira eletrônica. O mecanismo de localização foi determinado sob punição de multa diária de R$ 15 mil por descumprimento pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Durante sua participação no programa 3 em 1, da Jovem Pan, o comentarista Marco Antônio Costa afirmou que não há provocação na eleição da CCJ da Câmara, já que Daniel Silveira está livre para exercer a sua “função legislativa de um deputado federal que foi eleito”. Segundo o analista, “quem interrompeu e atravessou a competência constitucional, quem foi além da jurisdição foi o Supremo Tribunal Federal”.
Confira o programa desta quarta-feira, 27:
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Bruno Pinheiro
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