Gestão de Fernando Haddad argumenta que cumpriu lei

  • Por Estadão Conteúdo
  • 02/04/2017 11h51
Brasília- DF 05-01- 2016 Foto Lula Marques/Agência PT Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, durante entrevista a imprensa depois de encontro com ministro, Jaques Wagner.Fernando Haddad - Ag. PT

A assessoria do ex-prefeito Fernando Haddad (PT) afirma que suspendeu os contratos de obras no fim da gestão, em 2016, para cumprir exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal na transição de mandato e que deixou cerca de R$ 5,5 bilhões em caixa para que a gestão João Doria (PSDB) pudesse retomar os projetos.

“Deixamos R$ 5,5 bilhões no caixa da Prefeitura e uma conta de R$ 2,3 bilhões para pagar. Ou seja, um superávit de R$ 3,2 bilhões. A suspensão das medições é uma exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal, feita por outros governos, como o estadual e o federal. A questão é que a atual gestão demonstra ter outras prioridades, é um direito dela. Foi eleita sem prometer obras para a cidade”, argumenta a antiga gestão.

A assessoria de Haddad conclui dizendo que “estranha o fato de a atual gestão alegar falta de dinheiro em caixa para executar obras enquanto congela a tarifa de ônibus e aumenta os gastos com ações de marketing”. Segundo o petista, Doria “optou não tocar as obras”.