Chefe da Otan pede ‘garantias de segurança sólidas’ para Ucrânia em visita a Kiev

Para Mark Rutte, questão é fundamental para que a Rússia ‘nunca mais tente tomar nem mesmo um quilômetro quadrado’ de território ucraniano 

  • Por Jovem Pan
  • 22/08/2025 11h26
  • BlueSky
EFE /EPA/OLIVIER HOSLET Mark Rutte O secretário-geral da Otan, Mark Rutte

O secretário-geral da Otan, Mark Rutte, pediu nesta sexta-feira (22), durante sua visita a Kiev, “garantias de segurança sólidas” à Ucrânia com o objetivo de assegurar que a Rússia respeite um possível acordo de paz e prevenir outra invasão. A questão das garantias de segurança para a Ucrânia é um tema central nas negociações diplomáticas lideradas pelos Estados Unidos para negociar um acordo de paz que ponha fim ao conflito iniciado em fevereiro de 2022.

“Será essencial contar com garantias de segurança sólidas e é isso que estamos tentando definir agora” para garantir que a Rússia “nunca mais tente tomar nem mesmo um quilômetro quadrado” de território ucraniano, disse Rutte em uma declaração ao lado do presidente, Volodimir Zelensky. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu na segunda-feira na Casa Branca Zelensky e vários líderes europeus, em uma reunião que também contou com a presença de Rutte.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, afirmou durante esta semana que um diálogo sobre garantias de segurança para a Ucrânia sem a participação de seu país “não levará a lugar nenhum”. Zelensky afirmou que “as garantias consistem em que os aliados podem oferecer à Ucrânia e como será o Exército ucraniano” após o fim a guerra.

cta_logo_jp
Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!

“É muito cedo para dizer quem pode fornecer pessoal militar, quem pode fornecer inteligência, quem tem presença no mar ou no ar e quem está disposto a fornecer financiamento”, acrescentou o presidente. Rutte se posicionou no mesmo sentido e disse que é “muito cedo para dizer exatamente qual será o resultado”, mas afirmou que “está claro que os Estados Unidos estarão envolvidos”.

*Com informações da AFP

  • BlueSky

Comentários

Conteúdo para assinantes. Assine JP Premium.