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Netanyahu agradece a Trump e diz que ele ‘está na história de todo o mundo’

Durante o discurso, premiê agradeceu ao líder americano por sua “amizade inabalável” e citou outras ações de apoio ao país durante seu governo; líder da oposição israelense também homenageou presidente dos EUA

Felipe Cerqueira

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (E), conversa com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, no parlamento israelense, o Knesset, em Jerusalém
US President Donald Trump addresses the Israeli Knesset Jalaa Marey/EPA/EFE/Pool

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi recebido com aplausos no parlamento israelense nesta segunda-feira (13), em Jerusalém, durante cerimônia que marcou a libertação de 20 reféns mantidos em cativeiro havia dois anos. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que a intervenção de Trump foi decisiva para o desfecho do caso, relacionado ao ataque do grupo terrorista Hamas em 7 de outubro de 2023, que deixou mais de 1,5 mil mortos em território israelense.

Durante o discurso, Netanyahu agradeceu a Trump por sua “amizade inabalável” e citou outras ações de apoio ao país durante seu governo, como a transferência da embaixada dos Estados Unidos para Jerusalém, o reconhecimento da soberania israelense sobre as Colinas de Golã e a mediação dos Acordos de Abraão. O premiê afirmou que Trump é “o maior amigo de Israel entre todos os presidentes americanos” e ressaltou o papel dos soldados e das famílias das vítimas na resistência ao Hamas.

Netanyahu também defendeu que uma Gaza desmilitarizada é condição essencial para a estabilidade regional. “A paz só será possível quando Israel puder viver em segurança, e isso exige o desarmamento total de Gaza”, declarou.

O líder da oposição, Yair Lapid, também discursou e elogiou o papel de Trump na intermediação do cessar-fogo e na libertação dos reféns. Lapid afirmou que o ex-presidente americano “salvou vidas e evitou uma guerra prolongada”, chegando a dizer que ele “merece o Prêmio Nobel da Paz”.

Lapid destacou ainda a força da democracia israelense e criticou protestos internacionais contra o país, dizendo que “não houve genocídio em Gaza” e que parte das manifestações foi “financiada por dinheiro do terrorismo”. O opositor defendeu o investimento contínuo em ciência e tecnologia e apontou os Estados Unidos como parceiro estratégico nesse campo.

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A visita de Trump ao parlamento israelense simbolizou o fortalecimento das relações entre Washington e Jerusalém e foi marcada por discursos que enfatizaram a cooperação militar, tecnológica e diplomática entre os dois países.

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*Reportagem produzida com auxílio de IA