Rússia proíbe Joe Biden e outros 962 cidadãos americanos de entrarem no país

Comunicado do Ministério das Relações Exteriores acusa o presidente dos Estados Unidos e demais sancionados de ‘russofobia’ e pede mudança no comportamento das autoridades

  • Por Jovem Pan
  • 21/05/2022 13h53 - Atualizado em 21/05/2022 14h53
EFE/EPA/MICHAEL REYNOLDS Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, durante discurso Além de Biden, seu filho Hunter e altos funcionários do governo americano também estão na lista bloqueio

O governo russo anunciou neste sábado, 21, bloqueio a entrada do presidente do Estados Unidos, Joe Biden, de entrar no país. A proibição, que se estende a outros 962 cidadãos norte-americanos, acontece em resposta às sanções de Washington a Moscou pelos conflitos na Ucrânia. “Enfatizamos que as ações hostis de Washington voltarão como um bumerangue contra os EUA e serão devidamente rejeitadas”, diz comunicado do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, que também menciona que as ações buscam “forçar o regime dominante dos EUA, que está tentando impor ao resto do mundo uma ordem mundial neocolonial baseada em regras, a mudar seu comportamento e reconhecer novas realidades”. “A Rússia não busca o confronto e está aberta a um diálogo franco e respeitoso, diferenciando o povo americano, que sempre gozou de nosso respeito, das autoridades americanas, que incentivam a russofobia”, acrescenta a nota. Além de Biden, seu filho Hunter e altos funcionários do governo americano também estão na lista bloqueio, o que inclui o secretário de Estado, Antony Blinken, o secretário de Defesa, Lloyd Austin, e o diretor da CIA, William Burns.

*Com EFE