AO VIVO: Acompanhe a cobertura das manifestações do 1º de Maio

Atos pró-Lula e pró-Bolsonaro ocorrem em diversos pontos do país; centrais sindicais celebram Dia do Trabalho; bolsonaristas defendem liberdade de expressão

  • Por Jovem Pan
  • 01/05/2022 11h26 - Atualizado em 01/05/2022 18h30
Montagem de fotos/Reprodução/Twitter/CUT/Lucas Neves/Estadão Conteúdo Atos do Dia do Trabalho Manifestações pró-Lula e pró-Bolsonaro ocorreram em diversos pontos do país

O 1º de Maio, data na qual se comemora o Dia do Trabalho, é marcado por manifestações de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os atos ocorrem em diversos pontos do país e em ao menos cinco capitais, como Brasília, Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba e São Paulo. Na capital paulista, as centrais sindicais se concentram na Praça Charles Miller, onde fica o Estádio do Pacaembu – a celebração começou por volta das 10 horas. A cerca de três quilômetros dali, na Avenida Paulista, apoiadores de Bolsonaro vão às ruas em defesa da liberdade de expressão, uma espécie de desagravo ao deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 8 anos e 9 meses de prisão por ataques às instituições e aos ministros da Corte. Acompanhe a cobertura ao vivo da Jovem Pan:

18:27: Após discursos de Lula e Bolsonaro, manifestantes deixam o Pacaembu e a Avenida Paulista

Por volta das 18h, segundo informações da Polícia Militar, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) e do ex-presidente Lula (PT) deixaram os locais em que se manifestavam, a avenida Paulista e a Praça Charles Miller, onde fica o estádio do Pacaembu, respectivamente. Encerramos a cobertura especial da Jovem Pan dos atos de 1ª de Maio. Obrigado pela companhia!


17:06: Carla Zambelli pede apoio a projetos de Bolsonaro e que apoiadores ‘espalhem a verdade’ sobre governo

A deputada Carla Zambelli (PL-SP) pediu apoio a projetos defendidos pelo governo, como o ‘PL da Liberdade’, de autoria dela mesma, que prevê anistia a ‘crimes políticos’ cometidos durante o governo Bolsonaro, como o de Daniel Silveira. Zambelli ainda pediu que os apoiadores espalhem a verdade sobre os feitos do governo para quem conhecem, que boicotem a Rede Globo e que votem para garantir que o Congresso tenha maioria bolsonarista, para promover atos como impeachments de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).


16:54: Atos prosseguem na Paulista e em frente ao Pacaembu

Na Paulista, após a aparição por vídeo do presidente Jair Bolsonaro, o ato prosseguiu com discursos de Ricardo Salles, ex-ministro do Meio Ambiente, Marcos Pontes, ministro da Ciência e Tecnologia, e Adrilles Jorge, jornalista e escritor. Estão previstos que deputados como Carla Zambelli (PL-SP) e Daniel Silveira (PTB-RJ) também falem. Já na Praça Charles Miller, após Lula, a manifestação terá mais shows, e no momento quem toca é a banda Francisco, El Hombre.


16:18: Lula encerra discurso

Lula encerrou o discurso após 15 minutos. No final, disse que apesar de ter mais experiência do que tinha em 2002, ainda tem “o tesão e a vontade de brigar por esse país” que tinha aos 30 anos.


16:15: Lula diz que Bolsonaro governa para milicianos e cita Marielle Franco

Ao dizer que, em sua época no governo as centrais sindicais tinham interlocução com o governo, Lula provocou e disse que Bolsonaro governa apenas para milicianos, “alguns dos quais podem ter matado Marielle”, em referência à vereadora do Rio de Janeiro assassinada em 2018. O petista ainda prometeu coisas como internet banda larga para todo o país, “para que o filho do camponês tenha a internet que ‘eles’ tem”, que as instituições serão respeitadas, que a Petrobras será recuperada e o setor cultural será reavivado porque tem potencial de gerar empregos.


16:10: Lula ressalta que não pode falar de eleição, e relembra dados positivos de quando governou

Na sequência, Lula ressaltou que não pode falar da eleição, o que poderia ser interpretado como ato antecipado de campanha e punido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na sequência, Lula citou dados positivos do período em que esteve no governo, entre 2002 e 2010, como o aumento real do salário mínimo, a geração de empregos e a manutenção da inflação baixa. Segundo ele, após as eleições, “quando alguém melhor que esse presidente que está aí” for eleito, os trabalhadores serão convidados para sentar numa mesa e debater políticas públicas.


16:02: Lula começa a falar e pede desculpas aos policiais

Após falas de líderes sindicais e políticos como Guilherme Boulos, Ivan Valente, Fernando Haddad e Gleisi Hoffman, o ex-presidente Lula começou o discurso no ato da Praça Charles Miller. Ele começou pedindo desculpas aos policiais, dizendo que se enganou ao dizer no sábado, 30 de abril, que “Bolsonaro gosta de polícia”, e que ia dizer que “Bolsonaro gosta de milícia”. Segundo o petista, os policiais devem ser tratados como trabalhadores.


16:00: Na Paulista, manifestantes pedem saída de Alexandre de Moraes

Após a fala de Bolsonaro, o empresário Tomé Abduch, do movimento ‘Nas Ruas’, disse que Bolsonaro “está dando a vida por todos nós” e que os apoiadores se mobilizaram no Dia do Trabalho para demonstrar apoio ao que chamou de “decreto constitucional” concedido na quinta-feira, 21, ao deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), condenado a 8 anos e 9 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por ataques às instituições e aos ministros da Corte. Na Paulista, apoiadores exibem cartazes com os dizeres “Impeachment de Alexandre [de Moraes, ministro da Corte] já”, “Fora, Xandão”, em alusão ao nome do magistrado, e “Tribunal Superior Eleitoral é um partido político inimigo do Brasil”.


15:50: Gleisi Hoffman cita manifestação contra o STF e critica Bolsonaro

A presidente do PT, Gleisi Hoffman, citou a manifestação dos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) contra o STF, ao perguntar a quem está na Praça Charles Miller se achavam que o desemprego e a carestia eram causados pelo STF. Ao ouvir o ‘não’ dos manifestantes, Gleisi criticou Bolsonaro, e disse que os problemas econômicos eram culpa de Bolsonaro, que não tem projeto de país. Pouco depois, Ivan Valente, deputado do PSOL, pediu uma vaia ao presidente e a Daniel Silveira.


15:45: Bolsonaro fala brevemente a manifestantes na Avenida Paulista

O presidente Jair Bolsonaro fez uma breve aparição em transmissão ao vivo na Avenida Paulista. Bolsonaro falou que seu governo acredita em Deus, defende a família e a liberdade, que deve lealdade ao povo e “irá onde vocês estiverem”, e agradeceu a quem está presente no ato na capital paulista.


15:35 – Boulos cita origens históricas do 1º de Maio e diz que começa movimento com militância por Lula

O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), Guilherme Boulos, citou as origens do 1º de Maio, em uma mobilização por menos horas de trabalho, antes de citar que hoje já pessoas que trabalham 12 horas como entregadores ou motoristas de aplicativos sem direitos trabalhistas. Na sequência, Boulos afirmou que os métodos do outro lado são mentiras e fake news, enquanto o dos esquerdistas é militância e campanha, e que se iniciaria o movimento para levar Lula de volta à presidência.


15:30 – Haddad cita inflação e diz que ‘temos que colocar os fascistas para correr’

Em breve fala antes de Lula, Haddad citou o aumento da inflação ao dizer que “a cada mês, o trabalhador leva menos comida para casa” e disse que a tarefa dos manifestantes é “colocar os fascistas para correr”, para garantir que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados. Na sequência, o palco foi ocupado por Guilherme Boulos, do PSOL.


15:25: Lula sobe ao palco; Fernando Haddad discursa

Após o término do show de Leci Brandão, Lula subiu ao palco. Antes, porém, do discurso do petista, foram chamados ao palco os líderes das sete centrais sindicais que convocaram o ato, e ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad fala. Haddad é pré-candidato ao governo de São Paulo.


15:15: Lula chega à Praça Charles Miller

O ex-presidente Lula chegou à Praça Charles Miller, onde deve discursar dentro de alguns minutos em ato convocado por centrais sindicais para celebrar o Dia do Trabalhador. O discurso estava inicialmente previsto para ocorrer às 13h, mas atrasou. No momento, o palco do ato é ocupado por show da sambista Leci Brandão.


14:40: Silveira descumpre decisões do STF ao participar de atos públicos


14:30: Defesa de Daniel Silveira pede extinção de ação penal no STF

A defesa do deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) solicitou ao STF que a ação penal contra ele fosse extinta. Silveira foi condenado pela corte por 10 votos a 1, mas recebeu indulto do presidente Jair Bolsonaro (PL). Neste 1º de maio, a situação de Silveira é uma das pautas das manifestações da direita, com diversas críticas ao STF sendo vistas entre os participantes do atos.


14:10: Bolsonaro deve discursar por volta das 16h por videoconferência

O presidente Jair Bolsonaro (PL) deve participar do ato em São Paulo, discursando por videoconferência por volta das 16h. Mais cedo, o presidente esteve no ato em Brasília, na Esplanada dos Ministério, mas apenas cumprimentou apoiadores, sem falar no palco.


14:00 – Lula irá discursar na Praça Charles Miller; deputados bolsonaristas falam na Paulista

Começarão em breve os discursos do ex-presidente Lula (PT) na Praça Charles Miller, em frente ao Estádio do Pacaembu, e de deputados apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) na Avenida Paulista, locais de São Paulo. A manifestação de esquerda comemora o Dia do Trabalho e tem tom crítico ao atual governo, enquanto a da direita critica o Supremo Tribunal Federal (STF) e defende a liberdade do deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), condenado pelo STF e indultado por Bolsonaro. A participação do próprio Silveira no ato na Avenida Paulista está prevista.


13:45: Manifestações contra Bolsonaro ocorrem em Belo Horizonte, Fortaleza, Maceió, Vitória e Florianópolis

As manifestações do dia dos trabalhadores, convocadas por centrais sindicais e movimentos como o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), ocorreram em grande parte das capitais brasileiras. Em todas, o tom foi contrário ao presidente Jair Bolsonaro (PL), por serem comandadas por representantes da esquerda. Confira as fotos de algumas.

 


13:20: Ato em Brasília esvazia; deputado Sanderson explica porque Bolsonaro não discursou


13:10: Prefeitura de São Paulo explica porque não fechou a Avenida Paulista, como normalmente ocorre no domingo

A Prefeitura de São Paulo explicou, em nota oficial enviada à Jovem Pan, porque não fechou a Avenida Paulista para o trânsito unicamente de pedestres, como ocorre aos domingos na cidade. Segundo o governo paulistano, a intenção era de evitar problemas entre quem iria se manifestar e quem iria utilizar a via como espaço de lazer e cultura. Confira a nota completa.

“A Prefeitura de São Paulo, por meio da Subprefeitura Sé, suspendeu o programa Ruas Abertas, neste dia 01 de maio de 2022, visando a garantir o ordenamento e uso do espaço público na Avenida Paulista, cartão postal da cidade de São Paulo. Tendo em vista que há uma manifestação programada para o dia do trabalhador com previsão de início às 8h e término às 18h, neste domingo o programa não acontece, já que a operação se dá entre às 10h e 16h. A medida tem como escopo evitar dissonâncias entre as atividades dos pedestres que utilizarão a via pública para exercer o seu direito de manifestação e aqueles que a utilizariam como espaço de lazer e cultura. A Subprefeitura Sé reitera o seu compromisso com o bem-estar e direitos fundamentais de todos aqueles que moram e frequentam a área do entorno”


13:00: Haddad critica modelo econômico de Guedes e Bolsonaro: ‘Empresários felizes e trabalhador não consegue colocar comida na mesa’


12:52 – General Heleno: ‘Quem sabidamente já fez o mal não tem direito de tirar o lugar daqueles que trabalham pelo bem’

Em Brasília, o General Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), foi um dos representantes do governo a discursar. No tom que deve ser adotado pela campanha eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (PL), o ministro declarou que “quem sabidamente já fez o mal, não tem o direito de tirar o lugar daqueles que trabalham pelo bem”, além de dizer que o governo trabalhará para que o Brasil atinja um destino glorioso. Heleno também saudou o presidente Jair Bolsonaro como o “baluarte de tudo que está acontecendo no país”.


12:40 – ‘Espero que seja o último 1º de maio com um fascista na presidência’, diz Boulos

Um dos maiores nomes nacionais do PSOL, Guilherme Boulos comentou sobre a participação nos atos e disse esperar que seja o último 1º de maio com um fascista na presidência. Líder do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), Boulos ainda criticou a reforma trabalhista por considerar que ela tira direitos dos trabalhadores.


12:30 – Capitais do Nordeste registram manifestações de direita e de esquerda

As capitais nordestinas começam a registrar a chegada de manifestantes de direita, em apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL) e ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), e contra o presidente, em favor de Lula (PT). O perfil oficial da Central Única dos Trabalhadores postou vídeos de integrantes chegando para os protestos em Aracaju (SE) e João Pessoa (PB), enquanto a deputada Carla Zambelli (PL-SP) mostrou imagens de manifestações também em João Pessoa.

 


11:55 – Zambelli convoca aliados de Bolsonaro: ‘Vá para a rua lutar pela nossa liberdade’ 

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), integrante da tropa de choque bolsonarista no Congresso, divulgou um vídeo da concentração de manifestantes em Belo Horizonte em suas redes sociais e convocou apoiadores do presidente Jair Bolsonaro para os atos do 1º de Maio. Em Belo Horizonte, as ruas já vão se enchendo de patriotas! As manifestações começam às 14h em todo Brasil, ainda dá tempo! Pegue sua bandeira do Brasil e vai pra rua lutar pela nossa liberdade”, escreveu.


11:50 – Boulos chega ao ato na Charles Miller 

O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, chegou por volta das 11h40 à Praça Charles Miller, um dos principais pontos de concentração dos apoiadores do ex-presidente Lula (PT). Filiado ao PSOL, Boulos é pré-candidato a deputado federal por São Paulo e tido como um potencial puxador de votos para aumentar a bancada da legenda na Câmara dos Deputados.


11:45 – Presidente da CUT convoca trabalhadores: ‘Movimento pela democracia e para derrotar Bolsonaro’ 

O presidente nacional da CUT, Sérgio Nobre, convocou os trabalhadores para o ato em comemoração ao Dia do Trabalho que ocorre em diversos pontos do país. “É um movimento pela democracia, para mudar esse país e para derrotar Bolsonaro. Estamos chamando todos os trabalhadores que não vieram ainda para que venham à Praça Charles Miller [na capital paulista]. Se você é defensor da vida, da liberdade, da democracia, dos seus direitos, da sua carteira assinada, do seu direito à moradia, do seu direito de comer três vezes ao dia, se você quiser voltar a ter uma vida com dignidade, venha a esse 1º de Maio reivindicar os nossos direitos. E, obviamente, já ir organizando a eleição de Lula em outubro para tirarmos o Bolsonaro do ódio e da fome e colocar o Lula da esperança e do progresso”, disse em vídeo divulgado nas redes sociais.

https://twitter.com/CUT_Brasil/status/1520770078890987521


11:35 – Bolsonaro cumprimenta apoiadores em Brasília

O presidente Jair Bolsonaro cumprimentou apoiadores concentrados na Esplanada dos Ministérios, na manhã desta 1º, em Brasília. O comboio presidencial deixou o Palácio da Alvorada por volta das 11h. Ele está acompanhado do deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ), conhecido como Hélio Negão. A chegada do mandatário do país foi transmitida em seu perfis oficiais nas redes sociais.

Manifestantes em Brasília


11:30 – Daniel Silveira faz breve discurso em Niterói

O deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) fez um breve discurso no ato bolsonarista que fechou uma das pistas da orla de Icaraí, em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro. O parlamentar, condenado a 8 anos e 9 meses de prisão pelo STF, se limitou a dizer que ficou “muito tempo calado” e que “se não fosse o presidente Bolsonaro, essa cor amarela e verde não estaria acontecendo, estaria vermelha”. Silveira estava acompanhado do deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ).


11:21 – Manifestantes ocupam Praça dos Três Poderes, em Brasília 

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro se concentram na Praça dos Três Poderes, na capital federal. Há, inclusive, um trio elétrico localizado em frente do Congresso Nacional. Manifestantes exibem faixas com os dizeres “sim à liberdade, não à Ditadura” e “STF sim, mas esses ministros não”. Segundo apurou a Jovem Pan, Bolsonaro só deve participar e discursar se houver grande adesão. Por volta das 11h, o comboio presidencial deixou o Palácio da Alvorada em direção ao Palácio do Planalto.


11:18 – Lula deve discursar por volta das 12 horas, no Pacaembu 

O ato das centrais sindicais começou por volta das 10 horas, na Praça Charles Miller, onde fica o Estádio do Pacaembu. Organizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), União Geral dos Trabalhadores (UGT), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, e Pública, a manifestação será dividida em duas partes – político e artístico. O ex-presidente Lula deve discursar por volta das 12 horas. Na parte da tarde, haverá shows de artistas como Daniela Mercury e Leci Brandão.


11:15 – Bolsonaro não deve viajar para São Paulo 

Apesar da expectativa de apoiadores, o presidente Jair Bolsonaro não deve participar da manifestação na Avenida Paulista. Os organizadores do ato, porém, trabalham com a possibilidade de o mandatário do país discursar remotamente. Os deputados federais Carla Zambelli (PL-SP), Daniel Silveira (PTB-RJ) e os ex-ministros do Meio Ambiente Ricardo Salles e da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas, pré-candidato do Republicanos ao governo do Estado de São Paulo.