JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Três em Um | 16h00 - 18h00
Política

Flávio Dino reforça soberania judicial do Brasil após sanções dos EUA a Alexandre de Moraes

Declaração foi uma resposta a uma ação do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que questionou a legalidade de contratos firmados por municípios com escritórios estrangeiros para litígios em cortes internacionais

ia samy

O ministro Flávio Dino durante sessão solene de abertura do Ano Judiciário
54305103896_cb5f21df88_k Fellipe Sampaio/STF

Após a imposição de sanções dos Estados Unidos ao ministro Alexandre de Moraes, com base na “Lei Magnitsky“, o ministro da Justiça, Flávio Dino, tomou uma decisão importante nesta segunda-feira (18). Ele afirmou que as legislações e decisões de outros países não têm efeito automático no Brasil, o que significa que Estados e municípios não podem levar casos a tribunais internacionais sem a devida homologação pela Justiça brasileira.

Declaração foi uma resposta a uma ação do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), que questionou a legalidade de contratos firmados por municípios com escritórios estrangeiros para litígios em cortes internacionais. A decisão de Dino também foi comunicada ao Banco Central e à Febraban, visando evitar qualquer tipo de interferência externa nas operações financeiras do país.

“Leis estrangeiras, atos administrativos, ordens executivas e diplomas similares não produzem efeitos em relação a pessoas naturais por atos em território brasileiro, relações jurídicas aqui celebradas, bens aqui situados, depositados, guardados, e empresas que aqui atuem”, escreveu o ministro.

[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]

Dino criticou a falta de diálogo adequado entre nações, ressaltando que a desconsideração de tratados internacionais pode prejudicar a proteção de civis em situações de conflito armado.

[jp-related-posts ids=”2040276,2040214″]

Publicado por Nátaly Tenório

*Reportagem produzida com auxílio de IA