‘Pura demagogia para tachar Bolsonaro como misógino’, diz Constantino sobre veto à distribuição de absorventes
Diante das críticas de parte do Congresso, sobretudo da bancada feminina, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira, 7, que foi obrigado a vetar o projeto de lei que garantia a distribuição gratuita de absorventes para mulheres de baixa renda em função de um possível crime de responsabilidade. Na justificativa para o veto, Bolsonaro argumentou, entre outros motivos, que o texto aprovado não previa fonte de custeio para as medidas. “Quando qualquer projeto cria despesa, o parlamentar sabe que tem que apresentar a fonte de custeio. Quando não apresenta, se eu sanciono, eu estou em curso no artigo 85 na Constituição, é crime de responsabilidade. Agora isso é feito propositalmente para desgastar. Cria uma onda terrível no Brasil”, justificou.
Durante sua participação no programa 3 em 1, da Jovem Pan, desta sexta-feira, 8, o comentarista Rodrigo Constantino falou sobre o tema, dizendo que a polêmica em torno do caso é “pura demagogia” para tentar taxar Bolsonaro como misógino. “Está tudo fora de lugar. É pura demagogia para tentar atingir o presidente Bolsonaro como alguém insensível, misógino e por aí vai”, analisou Constantino. Em seguida, o comentarista disse que a esquerda apelou para o ‘monopólio da virtude’ para interditar o debate por trás da proposta de distribuição do material. “É o monopólio da virtude. A esquerda apela o tempo inteiro para isso. Você é a favor do meio que eu estou apresentando: o Estado distribuir, sem apresentar fonte, absorventes? ‘Não, sou contra esse meio’. Então você é insensível e não liga para as mulheres que estão sangrando. É uma tática velha de não debate, de encerrar o debate. […] É puro sensacionalismo, é pura demagogia. É uma forma de você sinalizar falsa virtude”, concluiu o comentarista.
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Confira o programa desta sexta-feira, 8:
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