Quebra de patentes de vacinas, insumos e medicamentos é adiada no Congresso
Os senadores pretendiam votar, na última quarta-feira, 7, um projeto que prevê a quebra temporária de patentes de vacinas, insumos e medicamentos que combatem a Covid-19. Defensores da proposta afirmam que ela poderia ampliar e baratear a produção de vacinas. Porém, após um apelo do líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), a votação foi adiada. Para o senador, a ideia pode ser um “tiro no pé”.
No mesmo dia, a Câmara concluiu a votação que aprovou o projeto que permite a empresas privadas comprarem vacinas contra a Covid-19 para imunizar os próprios funcionários. Nesta quarta, os deputados terminaram de votar os destaques. Todas as sugestões de mudança no texto-base foram rejeitadas. O projeto permite que metade das doses adquiridas por empresários seja aplicada nos trabalhadores da empresa. A outra metade deve ser repassada ao Sistema Único de Saúde. A lei atual obriga o setor privado a doar para o SUS todas as vacinas compradas enquanto os públicos prioritários não forem imunizados pela rede pública.
[jp-related-posts ids=”1075010,1074987,1074838″]
*Com informações do repórter Levy Guimarães
Assuntos
continue lendo
Notícias
Lula derrota família Bolsonaro pela segunda vez
Com vantagem no 1º turno, Flávio Bolsonaro recebeu 48%
- Quem é Celina Leão, amiga de Michelle Bolsonaro que foi reeleita governadora do DF Jovem Pan · há 1 semana
- Datafolha: Flávio Bolsonaro é rejeitado por 46%; Lula, por 45% Jovem Pan · há 2 semanas
- ‘Bondades’ anunciadas por Lula em 2026 somam até R$ 178,1 bilhões ao ano Jovem Pan · há 3 semanas
- Trump diz que Groenlândia tem maior reserva de petróleo do mundo e que ela será explorada Estadão Conteúdo · há 3 semanas