Advogado de Silveira pede que gabinete do STF pague passagem e hotel caso seja incumbido de entregar arma
A defesa do ex-deputado Daniel Silveira protocolou um pedido junto ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em busca de esclarecimentos sobre o processo de entrega de uma pistola .380, registrada em nome do político. Em um documento obtido pela reportagem, a defesa ressalta a falta de clareza sobre quem deve realizar a entrega da arma e o local específico para essa ação. Além disso, a defesa afirma que não possui porte ou posse de arma, o que inviabiliza sua capacidade de transitar com o armamento.
O advogado Paulo Faria, que representa Silveira, destaca no ofício que, caso lhe seja atribuída a responsabilidade de devolver a pistola, é necessário que o gabinete custeie todas as despesas envolvidas. “Se o ato for incumbido a este advogado, requer-se a disponibilização de passagem aérea, hospedagem, transporte local e escolta policial em veículo blindado para a execução da tarefa, com todos os custos arcados pelo gabinete”, diz o documento.
[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]
Além disso, a defesa solicita que o Comandante-Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro seja notificado para que esteja ciente da situação envolvendo o acautelamento da arma” diz o documento. O ministro Alexandre de Moraes estipulou um prazo de 48 horas, numa decisão divulgada nesta quarta-feira (15), para que a defesa de Silveira apresente à Justiça a pistola .380.
Essa determinação veio após o recebimento, no dia 3 deste mês, de um ofício do Exército, que informou à Corte que Silveira possuía uma arma registrada na Polícia Militar do Rio de Janeiro. O Exército também esclareceu que, neste caso, a responsabilidade recai sobre o Comandante-Geral da PM do Rio para cumprir a decisão judicial.

(Divulgação/Defesa de Daniel Silveira)
[jp-related-posts ids=”1828170″]