Sarrubbo encerra gestão na Secretaria de Justiça com entrega de equipamentos a guardas

Secretário deve entregar o cargo nesta sexta-feira (30)

  • 27/01/2026 12h10
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Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Brasília (DF) 18/06/2024 O Secretário Nacional de Segurança Pública, SENASP, Mário Luiz Sarrubbo, participa da abertura do 2º Encontro Nacional de Usuários da RedeMAIS 2024 Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Brasília (DF) 18/06/2024 O Secretário Nacional de Segurança Pública, SENASP, Mário Luiz Sarrubbo

O secretário nacional de Justiça e Segurança Pública, Mário Sarrubbo, participou nesta terça-feira (27) do seu último evento público antes de deixar o cargo, marcado pela recente saída do então ministro Ricardo Lewandowski. Em Santo André (SP), Sarrubbo entregou mais de 3.600 equipamentos de menor potencial ofensivo — como armas de choque e sprays de pimenta — às guardas civis metropolitanas do Grande ABC, incluindo as cidades de São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul.

A ação faz parte do programa “Município Mais Seguro” e simbolizou o encerramento de sua gestão à frente da Secretaria Nacional. Sarrubbo destacou que um dos pilares de sua atuação foi a redução da letalidade policial e defendeu a continuidade dos projetos iniciados durante a administração Lewandowski, especialmente o combate ao crime organizado.

Ao comentar a saída do ex-ministro, o secretário negou qualquer atrito ou desgaste, embora, nos bastidores, fontes próximas apontem dificuldades de articulação política e o insucesso na aprovação da PEC da Segurança Pública como motivos para a saída precoce de Lewandowski.

Com a mudança no comando da pasta, quem assumiu o Ministério da Justiça e Segurança Pública foi Wellington César Lima e Silva, que deve manter programas estruturais, como o reforço nas fronteiras e o apoio aos órgãos de investigação.

Sarrubbo também comentou o episódio envolvendo o caso do Banco Master e a retirada da Polícia Federal das apurações por decisão do STF, mas garantiu que a instituição não perdeu sua autonomia. Ao deixar o governo, o ex-secretário deve retomar a carreira na iniciativa privada, lecionando e atuando como advogado.

*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.

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