Defesa de ex-assessor de Bolsonaro nega ilegalidade para monitorar Moraes
A defesa de Marcelo Câmara, que atuou como assessor de Jair Bolsonaro, apresentou uma manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) em resposta à denúncia feita pela Procuradoria Geral da República (PGR). No documento, a defesa argumenta que Câmara utilizou apenas “fontes abertas” para monitorar o ministro Alexandre de Moraes, o que, segundo eles, não configuraria um ato criminoso. A PGR, por sua vez, destaca mensagens nas quais Câmara compartilha informações sobre a localização de Moraes. No entanto, a defesa contesta essa interpretação, afirmando que as ações de Câmara se restringiram a um “acompanhamento” e não a um “monitoramento” ilegal.
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Além disso, Câmara solicita que o ministro Alexandre de Moraes se afaste da relatoria do processo, embora já tenha havido pedidos semelhantes que foram rejeitados anteriormente. A defesa também levanta questões sobre a legalidade de se realizar pesquisas utilizando fontes abertas, como ferramentas de busca na internet e agendas públicas. Marcelo Câmara deixou seu cargo em outubro de 2023, e a situação em torno de sua defesa continua a gerar discussões no âmbito jurídico.
*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicada por Matheus Oliveira
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