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Política

Mario Frias vira réu por associar Lula a facção criminosa durante eleições de 2022

Acusação formalizada pelo MPE identificou um post do deputado no X, com uma foto do presidente usando um boné com a sigla 'CPX', que Frias insinuou que se referia a 'parceiro do crime' e não 'complexo de favelas'

Redação

Secretário Mario Frias trabalhando no governo federal
Mario Frias Reprodução/Instagram/@mariofriasoficial

O deputado federal Mario Frias enfrentará um processo na Justiça Eleitoral devido à propagação de informações falsas sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a campanha eleitoral de 2022. A acusação foi formalizada pelo Ministério Público Eleitoral, que identificou um post de Frias na plataforma X como a origem da denúncia. No conteúdo compartilhado, Frias republicou uma imagem de Lula usando um boné com a sigla “CPX”. O deputado insinuou que essa abreviação se referia a “parceiro do crime”, o que, segundo o MP, tinha como objetivo vincular o presidente a organizações criminosas, buscando influenciar a opinião dos eleitores.

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A juíza Cecília Pinheiro da Fonseca analisou a denúncia e decidiu aceitá-la, dando prosseguimento ao caso. Com isso, Mario Frias agora terá a oportunidade de se defender e apresentar sua versão dos fatos no âmbito do processo judicial. A expectativa é que o caso avance e que a Justiça se pronuncie sobre as alegações feitas pelo Ministério Público.

*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicada por Matheus Oliveira

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