JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Fast News – 1ª Edição | 12h00 - 13h30
Política

Romário anuncia saída do PL e apoio à candidatura de Eduardo Paes no RJ

No estado a silga lançou a candidatura de Douglas Ruas, candidato apoiado por Flávio Bolsonaro

Estadão Conteúdo

Senador Romário
Romário foi eleito senador pela primeira vez em 2014 Carlos Moura/Agência Senado

O senador Romário anunciou na sexta-feira (14) a sua desfiliação do Partido Liberal (PL) e o apoio à candidatura de Eduardo Paes (PSD) para a disputa pelo governo do Rio de Janeiro. Romário também afirmou que seguirá sem partido e que, por ora, não conversa com novas legendas para filiação.

No Rio de Janeiro, o PL lançou a candidatura do bolsonarista Douglas Ruas (PL), candidato apoiado por Flávio Bolsonaro (PL).

“Tenho minhas posições, o Eduardo tem as dele e não precisamos concordar em tudo. O que pesa para mim é o Rio. Acredito que ele reúne hoje as melhores condições para governar o estado, construir soluções e enfrentar problemas que se arrastam há muitos anos e que até hoje nenhum governador conseguiu resolver. Minha escolha está feita e vou apoiá-lo publicamente”, disse o senador.

Romário foi eleito senador pela primeira vez em 2014. Foi reeleito na disputa de 2022, com 2.384.080 votos, o que representou 29,19% dos votos válidos.

“Tenho respeito pelo PL e pelas pessoas com quem caminhei nos últimos anos. Foi uma decisão pensada, tomada com tranquilidade e sem qualquer questão pessoal. Entendi que este é o momento de encerrar esse ciclo e seguir um novo caminho político. Saio sem briga, sem ressentimento e com respeito por todos”, acrescentou Romário.

Nessa semana, a candidatura de Ruas sofreu outro revés. Na quarta-feira (12), o ex-prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa (PP), também anunciou apoio ao nome de Eduardo Paes. Lisboa era cotado como candidato a vice-governador na chapa de Ruas, mas deixou o posto em julho após uma decisão classificada pelo Progressistas como de caráter “estritamente pessoal”.

Lisboa afirmou que o Progressistas decidiu pela neutralidade nas eleições para presidente e governador no Rio, decisão que liberou candidatos e filiados a manifestarem seus apoios individualmente.