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Caso Anic Herdy: MPRJ diz que viúvo não teve participação no crime

Corpo da vítima só foi encontrado em setembro, na Região Serrana do Rio; Lourival Fadiga confessou o homicídio e a ocultação do cadáver

Luisa Cardoso

Anic Herdy foi morta por asfixia mecânica
anic Reprodução/Jovem Pan News

O Ministério Público do Rio de Janeiro tomou a decisão de encerrar a investigação sobre a possível participação de Benjamim Cordeiro Herdy no crime que chocou o país. Benjamim, viúvo da advogada Anic Herdy, estava sob suspeita de envolvimento no sequestro e assassinato de sua esposa, ocorrido em fevereiro do ano passado na região serrana do Rio de Janeiro. O caso ganhou repercussão nacional quando Anic saiu de casa para ir a um shopping center e não retornou, gerando grande comoção pública.

As investigações revelaram que Anic foi levada por Lourival Fadiga, um amigo da família, para um motel, onde foi brutalmente executada. O corpo da advogada foi concretado e escondido na casa de Fadiga. Lourival Fadiga, que está preso e confessou o crime, alegou em uma carta manuscrita que agiu sob ordens de Benjamin Herdy, sugerindo que o crime teria sido encomendado pelo viúvo.

No entanto, após uma investigação minuciosa, o Ministério Público não encontrou evidências que sustentassem essa acusação contra Benjamim Herdy, um idoso de mais de 70 anos. A falta de provas concretas levou o Ministério Público a arquivar a investigação sobre a suposta participação do viúvo no crime.

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Além de Lourival Fadiga, outras três pessoas foram detidas por envolvimento no assassinato de Anic Herdy. Dois filhos de Fadiga e sua namorada foram presos e responderão por sequestro com exigência de resgate e homicídio triplamente qualificado. Até o momento, não há data definida para o julgamento do caso na Justiça do Rio de Janeiro.

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