Itamaraty cobra reforços nas buscas de brasileira que desapareceu em trilha na Indonésia

Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, emitiu uma nota oficial no último domingo (22), solicitando maior empenho no resgate de Juliana Marins, que caiu em uma trilha perto de um vulcão 

  • Por Jovem Pan
  • 23/06/2025 09h49
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(Foto: Charles Sholl/Futura Press/Folhapress) Futura Press/Folhapress Embaixada brasileira na Indonésia está em contato constante com as autoridades locais

O desaparecimento de Juliana Martins, uma brasileira que caiu de uma encosta durante uma trilha na Indonésia, tem gerado grande preocupação e mobilização internacional. Juliana, que estava próxima a um vulcão, está desaparecida há mais de 30 horas, e as operações de resgate ainda não conseguiram localizá-la. O governo brasileiro, através do Itamaraty, está pressionando as autoridades indonésias para intensificar as buscas, destacando a urgência da situação. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, emitiu uma nota oficial no domingo à noite, solicitando maior empenho no resgate. A embaixada brasileira na Indonésia está em contato constante com as autoridades locais, com dois funcionários acompanhando de perto as operações de resgate.

A primeira-dama do Brasil, Janja da Silva, também se manifestou sobre o caso em suas redes sociais. Ela expressou profunda preocupação com o desaparecimento de Juliana e informou que conversou com o ministro Mauro Vieira para obter mais detalhes sobre a situação. Segundo relatos, Juliana caiu de um penhasco que contorna a trilha próxima à cratera do vulcão, um local conhecido por suas condições desafiadoras. A irmã de Juliana informou que as operações de resgate foram interrompidas devido às condições climáticas adversas e, até o momento, não foram retomadas, aumentando a angústia da família e amigos.

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Juliana iniciou a trilha na última sexta-feira, com planos de concluir a escalada no domingo. No entanto, o resgate ainda não foi realizado, e o governo brasileiro continua cobrando um posicionamento mais efetivo do governo indonésio. Questões sobre a segurança da expedição também foram levantadas, como a presença de uma agência ou guia que deveria ter monitorado a situação. A falta de informações claras sobre as medidas de segurança adotadas durante a trilha levanta preocupações sobre a responsabilidade das autoridades locais e das empresas de turismo envolvidas.

*Com informações de Marília Ribeiro

*Reportagem produzida com auxílio de IA

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