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‘Não me conformo com a taxação que o presidente dos EUA tenta impor ao planeta Terra’, diz Lula em Pequim

Lula discursou no encerramento do Fórum Empresarial Brasil-China, realizado na capital chinesa; petista defendeu multilateralismo e disse que 'protecionismo pode levar a guerras'

Felipe Cerqueira

Encerramento do Fórum Empresarial Brasil-China Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva
54513495767_d100f5a418_k Ricardo Stuckert /PR

No encerramento do Fórum Empresarial Brasil-China, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou a importância estratégica da relação entre Brasil e China. Em seu discurso, Lula enfatizou que a cooperação bilateral entre as duas nações é crucial para o desenvolvimento econômico e social de ambos os países. Ele anunciou que atos significativos estão previstos para serem assinados até o final do dia, o que reforçará ainda mais os laços entre as duas potências. Além disso, Lula se prepara para um encontro com o presidente chinês, Xi Jinping, que ocorrerá amanhã, prometendo fortalecer ainda mais a parceria entre Brasil e China.

Durante sua fala, Lula não poupou críticas à política de taxação imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ele expressou seu descontentamento com as medidas protecionistas adotadas por Trump, argumentando que o multilateralismo, e não o protecionismo, foi o responsável por garantir a harmonia entre as nações após a Segunda Guerra Mundial. Lula alertou que o protecionismo no comércio internacional pode levar a conflitos, como já ocorreu em diversos momentos da história, e defendeu a necessidade de um comércio mais aberto e justo.

“Eu não me conformo com a chamada taxação que o presidente dos Estados Unidos tentou impor ao planeta Terra do dia para a noite”, disse Lula. O presidente brasileiro aproveitou a oportunidade para defender o multilateralismo como um caminho essencial para promover o livre comércio global. Ele ressaltou a importância de permitir que os países exportem e importem livremente, sem restrições que comprometam a soberania nacional. Segundo Lula, o objetivo é praticar o livre comércio, onde cada nação possa decidir suas trocas comerciais sem interferências externas, garantindo assim um desenvolvimento econômico mais equilibrado e sustentável.

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Por fim, Lula reafirmou o compromisso do Brasil em buscar parcerias que promovam o crescimento econômico e social, não apenas para o país, mas também para seus parceiros comerciais. Ele destacou que a relação com a China é um exemplo de como a cooperação internacional pode trazer benefícios mútuos, e expressou sua confiança de que o encontro com Xi Jinping será um passo importante para consolidar essa parceria estratégica.

*Com informações de Marília Ribeiro

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*Reportagem produzida com auxílio de IA