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Após polícia abrir inquérito por racismo, torcidas de participantes do ‘BBB 19’ pedem desculpas

Os familiares, amigos e simpatizantes de Maycon e Paula, do “BBB 19“, usaram as redes sociais nesta segunda-feira (11) para se desculparem pelas palavras e atos dos participantes. Ambos são alvo de um inquérito instaurado pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) do Rio de Janeiro para apurar se houve crime racial ou […]

Caio Menezes

Os familiares, amigos e simpatizantes de Maycon e Paula, do “BBB 19“, usaram as redes sociais nesta segunda-feira (11) para se desculparem pelas palavras e atos dos participantes. Ambos são alvo de um inquérito instaurado pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) do Rio de Janeiro para apurar se houve crime racial ou de intolerância religiosa no programa.

“Nós, adms, amigos e família, viemos publicamente nos desculpar por alguém que de alguma forma tenha se sentido desrespeitado pelos comentários feitos devido a falta de instrução e conhecimento por parte do Maycon. Essas desculpas também virão da parte dele aqui fora!”, escreveu o perfil oficial de Maycon Santos no Twitter.

https://twitter.com/MayconSantosOli/status/1094971933735694337

Já o perfil oficial de Paula von Sperling falou em “demonstração de primitivismo” da participante e prometeu não “passar a mão na cabeça” dela quando a bacharel em Direito sair da casa.

https://twitter.com/PaulaSperling/status/1094937734328795139

https://twitter.com/PaulaSperling/status/1094952378346946566

Maycon e Paula foram criticados nas redes sociais por comentários considerados racistas e intolerantes sobre Rodrigo e Gabriela, principalmente. Paula, por exemplo, afirmou ter medo de Rodrigo por causa de sua religião. “Ele fala o tempo todo desse negócio de Oxum deles lá, que ele conhece. Eu tenho medo disso, mas nosso Deus é maior”, disse.

Já Maycon afirmou ter sentido um arrepio ao ver Rodrigo e Gabriela dançando “músicas esquisitas”. “Cumprimentei, conversei, de repente eu senti um arrepio. Começou a tocar umas músicas esquisitas. Olhei para os dois, num sincronismo legal. Achei legal, juro por Deus. De repente, comecei a olhar e escutar uns negócios. ‘Não faça igual a eles’. Aí veio Jesus Cristo em minha mente. ‘Não para aqui. Para a vida inteira. Se fizer igual a eles, eles ganharão mais força’. Eu não sou doido”, contou em conversa com Diego.

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