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Política

Lula defende responsabilidade fiscal e jurídica para atrair investimentos

Declaração foi feita durante reunião desta quinta (5) entre o novo conselho e o presidente, que aprovou a lista dos minerais considerados críticos

Júlia Lara

Sessão Solene - Promulgação das Emendas Constitucionais 140 e
Plenário do Senado Federal durante sessão solene destinada à promulgação das Emendas Constitucionais nos. 140 e 141 de 2026, referentes, respectivamente, à Proposta de Emenda à Constituição nº 14 de 2021, que "altera os arts. 40, 198 e 201 da Constituição Federal para estabelecer o direito à aposentadoria diferenciada aos agentes comunitários de saúde e aos agentes de combate às endemias, bem como para determinar a regularização do vínculo funcional desses agentes; e dá outras providências"; e à Proposta de Emenda à Constituição nº 221 de 2019, que "altera o art. 7º da Constituição Federal para reduzir a duração máxima semanal do trabalho e prever 2 (dois) dias de repouso semanal remunerado, sem qualquer redução salarial". Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva em discurso. Edilson Rodrigues/Agência Senado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu responsabilidade fiscal e jurídica nesta quinta-feira (5) para atrair investimentos ao Brasil. A declaração foi feita durante reunião entre o novo conselho e o presidente, que aprovou a lista dos minerais considerados críticos.

“É por isso que nós temos que ter responsabilidade jurídica e fiscal. Não podemos brincar de fazer parcerias e sim fazer o projeto que estamos fazendo de criação do conselho.”Lula

Para Lula, se o Brasil deseja atrair capital, é preciso ter seriedade. “Os investimentos acontecem quando as pessoas perceberem que o dinheiro deles vão criar benefícios para o próprio objetivo e, ao mesmo tempo, dar retorno financeiro. Mas para a gente atrair investimento, precisamos que a economia esteja arrumada”, acrescentou.

O presidente falou sobre o governos passados e afirmou que é preciso que o país seja governado por “gente séria”, para que bens do Brasil, como os minerais críticos, não sejam vendidos a “preço de banana”. “Quando isso acontece, o lucro não é coletivo, é de uma pessoa que quer e vende. Por que privatizar tantas empresas de muita importância estratégica para o país? É porque os governantes não tinham um projeto de pátria, e sim de conta bancária”, completou.

Lula afirmou que não deseja fazer com que o estado seja o supremo da exploração, da transformação e da industrialização, mas que consiga construir uma relação com outros países que queiram participar do projeto de transformação e de exploração dos minerais críticos.

“Deste lado está o povo que não foge da luta, que acredita no país e que querem construir um Brasil que explore os minerais em benefício do povo brasileiro”, finalizou.

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