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Brasil, Portugal e China: quem são as vítimas estrangeiras do terremoto na Venezuela

Número de mortos na tragédia subiu para 235; brasileiros, europeus e chineses estão entre as vítimas fatais e os desaparecidos no desastre

AFP

Fortes terremotos atingiram a Venezuela na quarta-feira (24)
Fortes terremotos na Venezuela deixaram pelo menos 235 mortos Reprodução / Redes Sociais

O número de mortos nos dois terremotos que abalaram a Venezuela na quarta-feira (26) subiu, nesta sexta-feira (26), para pelo menos 235, incluindo vários cidadãos estrangeiros.

Veja o que se sabe até agora sobre a identidade das vítimas de outras nacionalidades:

Dois brasileiros

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil, país que tem fronteira com a Venezuela, informou que dois cidadãos do país — um homem e uma mulher — morreram na tragédia.

O governo anunciou que presta assistência consular aos familiares.

Nove portugueses mortos e 56 não localizados

O Ministério das Relações Exteriores informou que nove cidadãos portugueses ou descendentes de portugueses morreram nos dois terremotos. Também relatou que 56 cidadãos estavam desaparecidos ou não foram localizados.

Três espanhóis mortos e 99 não localizados

Três espanhóis morreram, informou o Ministério das Relações Exteriores do país europeu, que também citou 99 pessoas não localizadas.

Um ítalo-venezuelano

Um homem nascido em Caracas em 1970, cidadão venezuelano e italiano, morreu após o desabamento de um prédio no estado de La Guaira, anunciou o Ministério das Relações Exteriores da Itália. Roma calcula que quase 170.000 pessoas com passaporte italiano vivem na Venezuela.

Dois chineses

Dois cidadãos chineses foram confirmados entre as vítimas dos terremotos até a tarde de quinta-feira (25), informou a agência estatal de notícias Xinhua, que citou a embaixada em Caracas.

A representação diplomática publicou um comunicado na plataforma de mensagens WeChat no qual pede aos cidadãos chineses na Venezuela que “tomem precauções diante de desastres secundários provocados por réplicas e outros terremotos”.