JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Isso Não é Um Talk Show | 22h30 - 23h30
Patrocinado

Personalização em alta: o mercado que veste a identidade das marcas

Impulsionado pela demanda por produtos personalizados e por grandes eventos esportivos, o setor de sublimação têxtil cresce em ritmo acelerado no Brasil, e movimenta empresas de todos os portes

Jovem Pan

Personalização em alta: o mercado que veste a identidade das marcas
Personalização em alta: o mercado que veste a identidade das marcas Divulgação

Mesmo em um cenário dominado pelo digital, existe uma indústria que não para de crescer justamente por vender o oposto: o produto físico, único, feito sob medida. É o caso do mercado de personalização e sublimação têxtil, que consolidou nos últimos anos um dos ritmos de expansão mais consistentes da cadeia gráfica brasileira.

Segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (ABIGRAF), o país reúne hoje mais de 15 mil empresas do setor gráfico, responsáveis por cerca de 175 mil empregos diretos — uma cadeia produtiva que, historicamente, é dominada por micro e pequenas empresas e por isso depende fortemente de parcerias, revenda e prestação de serviço especializado.

Dentro dessa cadeia, a sublimação têxtil vem se destacando como um dos segmentos de crescimento mais acelerado. Dados de fornecedores e associações do setor apontam expansão média de 8% a 12% ao ano desde 2020, com aceleração ainda maior a partir de 2022 — puxada pela força do e-commerce, pela entrada de novos microempreendedores e pela demanda crescente por produtos personalizados. Levantamento do Sebrae reforça esse movimento: o mercado de brindes e produtos personalizados cresceu 35% entre 2023 e 2024 no Brasil.

Do estádio para o dia a dia

Se antes a sublimação era vista como uma técnica de nicho, associada quase exclusivamente à estamparia esportiva, hoje ela ocupa espaço em uniformes corporativos, brindes, decoração e vestuário de marca. E poucos eventos evidenciam essa força como uma Copa do Mundo: em anos de torneio, a demanda por camisas, uniformes de equipe e peças personalizadas dispara — de torcedores a empresas que precisam vestir equipes inteiras em ativações, coberturas e ações de rua.

Foi nesse contexto que a Dr. Print se tornou parceira da Jovem Pan, vestindo toda a equipe responsável pela cobertura especial da Copa do Mundo ao longo do período — do planejamento às ativações em campo. Uma parceria que, na prática, ilustra bem o momento do setor: personalização deixou de ser mimo e passou a ser ferramenta de identidade de marca.

“A gente vê isso todos os dias na operação: uniforme personalizado não é só roupa, é a marca andando pela rua. Quando uma empresa como a Jovem Pan decide vestir toda a equipe com identidade visual própria em uma cobertura desse tamanho, ela está usando a personalização como parte da estratégia de comunicação, não como detalhe operacional. É esse entendimento que vem fazendo o mercado crescer”, afirma Thiago, CEO da Dr. Print. 

Tecnologia e sustentabilidade puxam a próxima fase

O avanço tecnológico segue como motor do setor. Tecnologias como impressão digital direta (DTG e DTF) vêm ampliando a qualidade e a complexidade das estampas, enquanto a sustentabilidade se firma como critério de decisão de compra — com adoção crescente de tecidos reciclados e processos mais eficientes, tendência também observada em consultorias internacionais do setor têxtil.

O resultado é um mercado que combina dois movimentos raros de coexistir: crescimento acelerado e barreira de entrada relativamente baixa, o que segue atraindo novos empreendedores para a cadeia de personalização — de pequenos ateliês a operações estruturadas como a Dr. Print, capazes de atender desde brindes corporativos até uniformes de equipes inteiras em grandes coberturas.

Conteúdo produzido em parceria com Dr. Print