Mortos em confronto entre Israel e Hamas chegam a 532; palestinos mantêm reféns
O número de mortos nos ataques entre o grupo islâmico Hamas e Israel subiu para 532, segundo as autoridades. De acordo com os serviços médicos e de emergência de Israel, 300 pessoas morreram durante os ataques do Hamas Outras 232 vítimas morreram a Faixa de Gaza. O número de feridos ultrapassou os 2 mil. Os hospitais israelenses foram pegos de surpresa e estão em alerta máximo para receber os feridos, que continuam chegando. Integrantes do Hamas estariam mantendo israelenses reféns, inculindo soldados e civis. O porta-voz do grupo Jihad Islâmica em Gaza, Daoud Hishab, afirmou que “todos os prisioneiros mantidos pelos grupos de resistência serão mantidos até a libertação” de prisioneiros palestinos de penitenciárias israelenses. Segundo ele, mulheres e menores de idade estão entre os reféns. O porta-voz chefe do exército de Israel, Daniel Hagari, fez a primeira confirmação oficial de que milícias palestinas mantinham reféns israelenses dentro de Gaza e garantiu que soldados do país também haviam sido mortos nos combates.
Em resposta à ofensiva, Israel lançou ataques com mísseis na Faixa de Gaza, em operação batizada de “Espadas de Ferro”. Segundo o Hamas, 232 pessoas morreram e 1.697 ficaram feridas, incluindo 20 combatentes palestinos. As forças armadas de Israel continuam enfrentando os islâmicos em vários locais, inclusive ao longo da fronteira de Gaza. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, prometeu usar todo o poder do país do para “vingar” o ataque lançado pelo Hamas. “O exército usará toda a sua força para destruir as capacidades militares do Hamas”, declarou o mandatário, em entrevista à uma emissora de televisão local, neste sábado, 7. “Nós os atingiremos até o final e vingaremos com determinação este dia negro para Israel e seu povo”, acrescentou. Netanyahu ainda pediu para os palestinos saírem de Gaza, prometendo reduzir os esconderijos do Hamas a “ruínas”.
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*Com informações da EFE
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