Mauro Cezar diz que Diego Ribas se despede do Flamengo sem ser ídolo; assista
Diego Ribas encerrará sua história como jogador do Flamengo no próximo sábado, 12, no confronto diante do Juventude, no Maracanã, pela última rodada do Campeonato Brasileiro 2022 – a partida será a última do armador revelado pelo Santos. No Rubro-Negro desde 2016, o meio-campista participou do processo de reformulação do clube e ganhou 12 taças, sendo duas da Libertadores da América, outras duas do Brasileirão, quatro do Carioca, entre outras. Apesar da trajetória vitoriosa, o jogador não deixará o clube como um ídolo. Essa, ao menos, é a opinião do comentarista Mauro Cezar Pereira, do Grupo Jovem Pan. Durante o programa “Bate-Pronto”, o jornalista reconheceu a importância do atleta na Gávea, mas ressaltou a instabilidade de Diego no período.
“Ele foi um jogador que teve relevância em 2016. Foi o primeiro a sair da Europa e vir ao Flamengo em meio à reformulação do elenco. Teve um certo simbolismo, o primeiro AeroFla foi para ele. Ainda assim, teve muitos altos e baixos. Foi o porta-voz daquele time banana, que perdia e não sentia a derrota. Os flamenguistas esperavam outra postura de um capitão. Esperavam indignação, vontade de vencer e questionar tudo. Em 2019, tem um episódio marcante, quando ele chega atrasado das férias, em que recebe uma bronca do Jorge Jesus. Ali, ele já percebeu que as coisas tinham mudado. Depois daquilo, ele aceitou a ser reserva, passou a entrar em campo para a colaborar, quando preciso. Em 2019, ele vira um novo Diego. Fica machucado, se recupera em tempo recorde e vira importante na final da Libertadores. Ele também foi bem entre 2020 e 2021, sendo volante com Rogério Ceni. Depois, voltou a se complicar por não ter autocritica que não aguentava jogar mais. Por escolhas, muito midia training, virou controverso. Foi importante em alguns momentos, mas não é ídolo”, declarou.
Assista ao debate abaixo:
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