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Chácara na zona rural de Americana era usada para falsificar bebidas, aponta polícia

Segundo as investigações, mais de 17 mil garrafas de bebidas alcoólicas - entre uísque, gim e vodca - foram apreendidas no local; substância metanol não apareceu entre o material apreendido

Victor Trovão

Fábrica no interior de São Paulo era usada para falsificar diversos tipos de bebidas; duas pessoas foram detidas. Foto: Divulgação/Polícia Civil de SP
Fábrica no interior de São Paulo era usada para falsificar diversos tipos de bebidas; duas pessoas foram detidas. Foto: Divulgação/Polícia Civil de SP Divulgação/Polícia Civil de SP

Uma chácara na zona rural da cidade de Americana, no interior de São Paulo, era usada para falsificar e envasar bebidas alcoólicas. Segundo o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), os falsificadores produziam uísque, gim e vodca. Mais de 17,7 mil produtos foram recolhidos no local. A substância metanol não apareceu entre o material apreendido. O endereço foi um dos três alvos de uma operação realizada pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira (30) no interior do Estado.

Outros dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos no município. A ação ocorre dias após o Estado registrar ao menos três mortes por suspeita de intoxicação por metanol após consumo de bebidas adulteradas. Os óbitos foram registrados na capital e na cidade de São Bernardo do Campo, na região metropolitana.

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Segundo a Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF), a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) pode estar por trás dos recentes casos de intoxicações. Em nota divulgada neste domingo (28) a entidade diz suspeitar que o metanol usado para adulterar as bebidas pode ser o mesmo importado ilegalmente pela facção para misturar aos combustíveis.

*Com informações do Estadão Conteúdo 

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