Jornalista presa por homofobia volta a cometer crime e ofende homens gays em condomínio em SP
A jornalista Adriana Catarina Ramos de Oliveira, de 61 anos, que recebeu liberdade provisória após ato de homofobia, voltou a cometer o mesmo crime nesta terça-feira (17), dessa vez em seu condomínio. Adriana foi flagrada em um ato de homofobia contra três homens em seu condomínio localizado em Higienópolis, São Paulo. O incidente aconteceu no saguão do prédio, onde ela proferiu ofensas e insinuações sobre a vida sexual do grupo, chamando-os de “boiolas” e “gaiola das loucas”. A situação foi registrada em vídeo e gerou repercussão imediata. Após o ocorrido, a Polícia Militar foi chamada ao local, e Adriana prestou depoimento antes de ser liberada. Os homens ofendidos estão se preparando para formalizar uma queixa-crime contra a jornalista, buscando responsabilizá-la por suas ações.
[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]
A administração do condomínio revelou que Adriana, que reside no local há aproximadamente um mês, já havia se envolvido em outras situações problemáticas, incluindo ofensas a funcionários. Em resposta, moradores se reuniram com a gestão do prédio para discutir o comportamento da jornalista e as implicações disso para a convivência no condomínio. Adriana recebeu liberdade provisória, mas com algumas restrições. Entre as medidas cautelares impostas, está a proibição de frequentar o shopping Iguatemi, onde um incidente anterior também ocorreu. Além disso, ela deve comparecer mensalmente ao juízo e não pode deixar a cidade por mais de oito dias sem notificação prévia.
[jp-related-posts ids=”1996001″]
*Reportagem produzida com auxílio de IA
Assuntos
continue lendo
David de Tarso
Marcola não participará presencialmente de julgamento em SP; Justiça cita risco à segurança pública
Decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo determina que líder do PCC acompanhe a sessão por videoconferência e seja interrogado remotamente; júri está marcado para maio de 2027
- Vacina contra câncer reduz em 42% risco de morte ou retorno do melanoma Jovem Pan · há 6 horas
- Vítima é baleada na cabeça em frente ao shopping West Plaza ao tentar fugir de assalto Estadão Conteúdo · há 18 horas
- Avião da Azul com destino a Curitiba retorna ao Rio de Janeiro após problemas técnicos Estadão Conteúdo · há 22 horas
- Empresário acusado de agredir esposa é solto em SP após decisão da Justiça Estadão Conteúdo · há 22 horas