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Jornalista presa por homofobia volta a cometer crime e ofende homens gays em condomínio em SP

Situação foi registrada em vídeo e gerou repercussão imediata. Após o ocorrido, a Polícia Militar foi chamada ao local; Adriana prestou depoimento antes de ser liberada

Redação

jornalista adriana Catarina Ramos de Oliveira
jornalista adriana Catarina Ramos de Oliveira Reprodução/Redes Sociais

A jornalista Adriana Catarina Ramos de Oliveira, de 61 anos, que recebeu liberdade provisória após ato de homofobia, voltou a cometer o mesmo crime nesta terça-feira (17), dessa vez em seu condomínio. Adriana foi flagrada em um ato de homofobia contra três homens em seu condomínio localizado em Higienópolis, São Paulo. O incidente aconteceu no saguão do prédio, onde ela proferiu ofensas e insinuações sobre a vida sexual do grupo, chamando-os de “boiolas” e “gaiola das loucas”. A situação foi registrada em vídeo e gerou repercussão imediata. Após o ocorrido, a Polícia Militar foi chamada ao local, e Adriana prestou depoimento antes de ser liberada. Os homens ofendidos estão se preparando para formalizar uma queixa-crime contra a jornalista, buscando responsabilizá-la por suas ações.

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A administração do condomínio revelou que Adriana, que reside no local há aproximadamente um mês, já havia se envolvido em outras situações problemáticas, incluindo ofensas a funcionários. Em resposta, moradores se reuniram com a gestão do prédio para discutir o comportamento da jornalista e as implicações disso para a convivência no condomínio. Adriana recebeu liberdade provisória, mas com algumas restrições. Entre as medidas cautelares impostas, está a proibição de frequentar o shopping Iguatemi, onde um incidente anterior também ocorreu. Além disso, ela deve comparecer mensalmente ao juízo e não pode deixar a cidade por mais de oito dias sem notificação prévia.

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*Reportagem produzida com auxílio de IA

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