Gabriel Galípolo alerta que Selic pode permanecer alta sob sua gestão no Banco Central
O diretor de Política Monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo, que assumirá a presidência da instituição, indicou que a taxa Selic pode permanecer elevada por um período mais longo. Essa necessidade se deve à atual situação econômica, que apresenta um desemprego em níveis historicamente baixos e uma desvalorização do real. Recentemente, o Banco Central aumentou a taxa de juros de 10,75% para 11,25% ao ano. Em suas declarações, Galípolo observou que as recentes políticas fiscais podem ter estimulado tanto o consumo quanto a inflação, resultando em um crescimento econômico mais robusto do que o previsto.
[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]
Ele ressaltou que o Banco Central tem como prioridade reancorar as expectativas inflacionárias do mercado, uma vez que as projeções para 2025 superam a meta oficial de 3%. O futuro presidente do Banco Central também garantiu que a instituição possui as ferramentas necessárias para alcançar a meta inflacionária, afirmando que a possibilidade de revisão dessa meta não está em pauta. Em relação à resposta do mercado ao pacote de cortes de gastos do governo, ele mencionou uma volatilidade inicial e a importância de uma comunicação clara por parte do Ministério da Fazenda.
Galípolo destacou a relevância de uma transição tranquila na presidência do Banco Central, enfatizando a necessidade de manter a estabilidade institucional. Ele afirmou que continuará a seguir a gestão de Roberto Campos Neto, buscando assegurar a continuidade das políticas implementadas.
*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Fernando Dias
[jp-related-posts ids=”1790965,1790804,1790837″]
continue lendo
Macroeconomia
Cotado para Fazenda, Fonteles reduziu dívida no Piauí, mas teve déficit em metade dos anos
Quando ele assumiu a secretaria, em 2015, o estado encerrou o ano com uma dívida de cerca de 57% em relação à Receita Corrente Líquida (RCL). A proporção foi caindo até chegar ao valor mais baixo em 2020 (37%)
- BC decreta liquidação extrajudicial da Credipaiva por grave violação de normas Estadão Conteúdo · há 2 semanas
- Presidente da Faesp critica aprovação do fim da escala 6×1 e fala em riscos ao agronegócio Jovem Pan · há 2 semanas
- BC reduz taxa de juros a 13,75% ao ano Júlia Mano · há 2 meses
- Fecomércio vê impacto relevante no comércio com fim da escala 6×1 Jovem Pan · há 2 meses