Historiador Eduardo Bueno, o Peninha, é ‘cancelado’ após zombar da morte de Charlie Kirk; entenda
A PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul) decidiu cancelar um evento programado com o historiador Eduardo Bueno, que estava agendado para apresentar o espetáculo “Brasil: Pecado Capital” em Porto Alegre, após ele comemorar a morte do ativista norte-americano Charlie Kirk. “A PUC-RS reforça seu compromisso com a liberdade de expressão, mas repudia qualquer manifestação contrária à vida e à dignidade humana, reafirmando que tal postura não condiz com a sua cultura nem com seus valores institucionais”, escreveu a Universidade no X (antigo Twitter).
A apresentação estava marcada para domingo (14), às 18h. Na sexta-feira (12), universidade anunciou a rescisão do contrato com Bueno, expressando seu repúdio a qualquer manifestação que desrespeite a vida e a dignidade humana.
[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]
A polêmica começou quando Bueno fez comentários sarcásticos em um vídeo sobre a morte do influenciador Charlie Kirk, chamando-o de “canalha” e “repugnante”. Além do evento na PUC-RS, a apresentação na Livraria da Travessa também foi cancelada, assim como sua participação no podcast “Nós na História”. Após a repercussão negativa, Eduardo Bueno se desculpou, afirmando que suas palavras foram excessivas e que ele se tornou alvo de uma campanha promovida por grupos da direita.
O deputado Nikolas Ferreira, ligado a Jair Bolsonaro, compartilhou o vídeo de Bueno, o que gerou uma resposta do vice-secretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, que afirmou que estrangeiros que glorificam a violência não são bem-vindos nos Estados Unidos. O deputado lidera uma campanha nas redes socias para que empresas privadaas demitam funcionários extremistas.
Desde a morte de Kirk, uma campanha online tem se intensificado, identificando pessoas que celebraram sua morte. Essa mobilização resultou na demissão de pelo menos 13 indivíduos nos Estados Unidos. A ativista Laura Loomer, conhecida por seu apoio a Trump, pediu que a Casa Branca tomasse medidas contra imigrantes que criticassem Kirk. Um site intitulado “Expose Charlie’s Murderers” foi criado para listar indivíduos que supostamente apoiaram a violência política, visando consequências profissionais para aqueles que celebraram ou minimizaram a morte de Kirk.
[jp-related-posts ids=”2057061,2057025″]
*Reportagem produzida com auxílio de IA
Assuntos
continue lendo
Mundo
EUA afundam 3ª barco de supostos traficantes em frente ao Equador em uma semana
Governo de Donald Trump realizou operações contra supostas lanchas de narcotraficantes no Pacífico e no Caribe, com bombardeios que deixaram mais de 200 mortos
- Cidade de SP registra 1.445 km de lentidão, o 2º maior índice de 2026 Estadão Conteúdo · há 28 minutos
- Trump celebra payroll e atribui alta do emprego nos EUA às tarifas Estadão Conteúdo · há 2 horas
- Mansão considerada mais cara do Brasil começa a ser demolida para dar lugar a condomínio Estadão Conteúdo · há 5 horas
- O que se sabe sobre a morte do empresário norte-americano em hotel de luxo em SP Estadão Conteúdo · há 13 horas