‘Taylor’s Version’: Entenda por que Taylor Swift regrava seus próprios álbuns
A cantora Taylor Swift lançou uma nova versão do disco ”1989”, que marcou a década passada. As apostas da artista em regravações fazem parte de uma estratégia para recuperar os direitos sobre os seis primeiros discos de sua carreira. Tudo começou em 2018, quando a diva pop encerrou o contrato que mantinha com a gravadora Big Machine. Uma cláusula do documento, no entanto, dava à empresa o direito sobre as gravações dos álbuns “Taylor Swift”, “Fearless”, “Speak Now”, “Red”, “1989” e “Reputation”. Anos depois, o empresário Scooter Braun, responsável por agenciar famosos como Justin Bieber, Demi Lovato e Ariana Grande, adquiriu a Big Machine. Taylor quis negociar com o investidor para reaver os lucros de suas obras, mas ele não aceitou. A notícia trouxe grande impacto para a carreira da cantora, que decidiu regravar todos os discos para recuperar seus direitos. Até outubro de 2023, Swift já relançou quatro das seis obras. ”Fearless”, a primeira delas, chegou às plataformas de streaming em abril de 2021, enquanto ”Red”, ”Speak Now” e ”1989” vieram na sequência. Desta vez, além do amadurecimento da voz, a artista também aposta em músicas que eram descartes dos discos originais, com o uso da expressão “From The Vault”, e batiza as novas versões de discos com o nome ”Taylor’s Version”.
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