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‘Ainda Estou Aqui’ é a maior bilheteria do cinema nacional do período pós-pandemia

Até esta quarta-feira (4) o longa protagonizado por Fernanda Torres e Selton Mello já faturou mais de R$ 49,1 milhões e alcançou um público de mais de 2 milhões de pessoas, além de ter vendido 2.311.180 de ingressos

Agência Estado

AINDA ESTOU AQUI, de WALTER SALLES
AINDA ESTOU AQUI, de WALTER SALLES Alile Dara Onawale/ Divulgação

O filme “Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles, se tornou a maior bilheteira do cinema brasileiro no período pós-pandemia. Até esta quarta-feira (4) o longa protagonizado por Fernanda Torres e Selton Mello já faturou mais de R$ 49,1 milhões e alcançou um público de mais de 2 milhões de pessoas, além de ter vendido 2.311.180 de ingressos em salas de todo o país. A obra, que estreou no dia 7 de novembro, ultrapassou “Minha Irmã e Eu”, que arrecadou R$ 43,65 milhões em 2023.

Baseado na obra de Marcelo Rubens Paiva, o longa-metragem retrata a trajetória da família Paiva durante a ditadura militar no Brasil. A narrativa se concentra na luta de Eunice, esposa de Rubens Paiva, que desapareceu após ser sequestrado pelos militares, destacando a resistência e a dor enfrentadas pela família.

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Além do sucesso nas bilheteiras, “Ainda Estou Aqui” recebeu elogios da crítica e ganhou o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza deste ano. A produção é vista como uma forte concorrente ao Oscar de Melhor Filme Internacional.

Fernanda Torres, que dá vida à personagem Eunice, também está na corrida por uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Caso seja indicada, essa será uma oportunidade para o Brasil retornar à cerimônia. A última indicação do país foi com o documentário “Democracia em Vertigem”, da cineasta Petra Costa, em 2020.

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*Reportagem produzida com auxílio de IA

Publicado por Carol Santos