Um novo reinado: como seria o futebol se Pelé estivesse fazendo 25 anos hoje?

  • Por Jovem Pan
  • 22/10/2015 18h53
Se fosse jovem em 2015

Maior jogador da história do futebol, Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, completa 75 anos nesta sexta-feira (23). Sua despedida oficial dos gramados aconteceu há 38 anos, em amistoso entre o New York Cosmos e o Santos, os dois clubes que defendeu durante a carreira.

Mas e se, em 2015, ao invés de 75, o Rei estivesse completando 25 anos? Como ele se encaixaria nas principais equipes do mundo e naquelas que defendeu entre os anos de 1956 e 1977? O Jovem Pan Online tentou imaginar como seria se Pelé pudesse voltar aos gramados.

Santos: Copa do Brasil nas mãos

Com Pelé em seu plantel, o Peixe já estaria com o título da Copa do Brasil, do qual é favorito, praticamente nas mãos. O Rei poderia entrar na vaga de Marquinhos Gabriel no lado esquerdo do ataque, mas com liberdade para se movimentar, entrar na área e buscar jogo mais atrás. Ele também consagraria os jovens Lucas Limas, Gabriel e Cia ao fazê-los jogar (ainda) melhor.

Seleção Brasileira: o centroavante dos sonhos

Pelé não era centroavante, mas, com sua capacidade em praticamente qualquer posição no ataque, resolveria o problema da falta de um camisa 9 na Seleção Brasileira, que está sendo resolvido temporariamente com o veterano Ricardo Oliveira. Sem contar que, ao lado de Neymar, tiraria do jovem craque o peso da responsabilidade de comandar a Seleção e, com ele, montaria o melhor ataque do mundo.

Bayern de Munique: ensinando futebol a Guardiola

O técnico Pep Guardiola já declarou que aprendeu muito sobre futebol vendo times da Seleção Brasileira, como o campeão mundial em 1970. Com o astro daquela equipe em mãos, o catalão poderia usar sua capacidade técnica quase sem limites a serviço do futebol tático e ofensivo do Bayern de Munique. Além disso, o Rei teria companheiros de qualidade no ataque, como Lewandowski e Robben.

Barcelona: o quadrado perfeito

O time catalão já conta com aquele que é considerado por muitos o melhor ataque da atualidade, formado por Messi, Neymar e Suárez. Agora imagine se Pelé entrasse nessa turma. Seria um quadrado mágico, ou melhor, perfeito. O resto da equipe poderia se dedicar apenas à marcação e deixar para os quatro a tarefa de resolver as partidas sozinhos.

Real Madrid: um ataque letal

Como Gareth Bale não vem se destacando no Real Madrid, poderia ser o escolhido para dar lugar ao Rei no Real Madrid. No entanto, seria um desperdício colocá-lo para fazer as mesmas funções do galês, que joga mais pelos lados do campo e volta para marcar. Pelé poderia ter liberdade para se mexer pelo ataque e tabelar com Cristiano Ronaldo e Benzema. Seria um ataque letal na hora de finalizar.