MPF, MPT e MPRJ lançam nota contra assédio eleitoral em ambiente de trabalho
Em meio a suspeitas e denúncias de assédio eleitoral em ambientes de trabalho, entre empregador e empregado, três instituições públicas do Rio de Janeiro, o Ministério Público Federal, o Ministério Público do Trabalho e o Ministério Público do Rio emitiram um comunicado conjunto sobre riscos que envolvem a votação do segundo turno no próximo domingo. De acordo com o documento, qualquer prática que tenha como objetivo excluir ou restringir a liberdade de voto dos trabalhadores é ilegal. As três instituições afirma que o exercício do poder do empregador é limitado pelos direitos fundamentais da pessoa humana. Qualquer tentativa de vetar ou coagir a escolha de um candidato no próximo domingo, 30, configura prática de assédio eleitoral e também abuso do poder econômico por parte do empregador, o que é passível de medidas judiciais e extrajudiciais nas esferas trabalhista e criminal. A concessão ou promessa de benefícios em troca do voto também se enquadram na mesma situação. Esses crimes eleitorais estão previstos nos artigos 299 e 301 do Código Eleitoral Brasileiro.
[jp-related-posts ids=”1330235,1330214″]
*Com informações do repórter Rodrigo Viga
Assuntos
continue lendo
Política
Paes defende 2º turno no RJ: ‘Ninguém alcançou a maioria’
Quatro dias após o primeiro turno o TSE rejeitou, por 5 a 2, a candidatura de Garotinho e anulou os 274.411 votos recebidos por ele; Ruas foi eleito
- Lula derrota família Bolsonaro pela segunda vez Jovem Pan · há 1 semana
- Quem é Celina Leão, amiga de Michelle Bolsonaro que foi reeleita governadora do DF Jovem Pan · há 1 semana
- Datafolha: Flávio Bolsonaro é rejeitado por 46%; Lula, por 45% Jovem Pan · há 2 semanas
- ‘Bondades’ anunciadas por Lula em 2026 somam até R$ 178,1 bilhões ao ano Jovem Pan · há 3 semanas